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“As fintech ajudam a disciplinar os mercados”

“Os actores têm muito a fazer, quando se fala de inclusão financeira nos países. Para o efeito, é importante o papel do Governo, dos servidores, dos bancos e da população em geral, num trabalho em colaboração”. Quem pensa assim é Ngarambe Philip, Director de Implementação e co-fundador do Grupo AC, no Ruanda, um dos painelistas no debate sobre “O papel das fintech na promoção da inclusão financeira, ou seja, o papel das tecnologias na dinamização do sector financeiro, algo que passa pela inovação do sector.

No segundo dia feira de tecnologia, representantes de diversas instituições especializadas referiram-se a várias situações atinentes as fintech. É o caso de David Milligan, Director Executivo da Matchi, Hong Kong, quem entende que as fintech devem melhorar os seus serviços para atrair os clientes e, com isso, desenvolver capacidades de adquirir financiamento. Milligan defende que as pessoas devem perceber que as fintech devem combinar capacidades de encontrar soluções para clientes, evitando ciclos longos de negócio que podem trazer prejuízos.

Além disso, o Director Executivo da Matchi, em Hong Kong, acrescenta: “o que notei, trabalhando com bancos, é que as empresas fintech ajudam a disciplinar os mercados.

Outro painelista que deixou ficar seu parecer neste segundo dia de MozTech foi Matteo Rizzi, co-fundador da FintechStage, na Itália. Em relação ao tema em debate, Rizzi afirmou que “o regulador deve ser amplo, mas próximo ao star-up, tendo padrão que os bancos possuem com as fintech. Nisso, defende Rizzi, é importante saber-se o que se está a fazer no mercado em termos de investimento, para que se contorne a competitividade.

Complementando, Mercy Zulu, da Reseach Associate da Goodwell Investiments, na África do Sul, disse que a sua instituição investe em quem se preocupa com a inclusão em vários sectores, trabalhando com Finecth que liga o sector formal e informal.

A moderação do debate sobre “O papel das fintech na promoção da inclusão financeira” contou com Esselina Macome, Assessora de Políticas na Financial Sector Deepening Moçambique.

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