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Artistas vão descontar para o INSS

O som da música tranquiliza a alma, uma peça de teatro ajuda a abstrair, uma obra de arte permite viagens e um filme resgata memórias. Mas, não raras vezes, os actores principais dessas obras terminam na pobreza quando por algum motivo já não conseguem estar em palco, criar ou vender.

Foi pensando nisso que o Instituto Nacional de Segurança Social criou um seguro para trabalhadores por conta própria, incluindo os artistas. O seminário foi lançado pela Ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, perante uma plateia de artistas.

Tendo em conta a falta de padrão de preços dos serviços prestados pelos artistas, o INSS estabelece 7% do salário mínimo, correspondente a cada actividade, como seu contributo mensal. No caso do artista que exerce várias disciplinas, Aniano Tamele explica que é necessário declarar apenas uma.

A segurança social dos artistas não exclui aqueles que ao mesmo tempo são funcionários ou trabalhadores. Como é o caso de Tamele, que além de director do Seguro Social também é músico.  

 

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