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Arrancaram exames de Admissão à Universidade Pedagógica de Maputo  

Cerca de 14.300 candidatos concorrem à 2.705 vagas para diferentes cursos de licenciatura na Universidade Pedagógica de Maputo. A instituição assegura que há condições para a prevenção da COVID-19.

Ao contrário do que acontecia em ocasiões anteriores ao surto da COVID-19, ao chegarem à Universidade Pedagógica de Maputo, os candidatos seguem com o protocolo das medidas de prevenção, a seguir, procuram as salas onde devem realizar os exames.

Em grupos pequenos, alguns candidatos trocam impressões e outros fazem as últimas leituras. Mas quando eram aproximadamente oito horas, as coisas complicaram-se. Era hora do arranque do exame, entretanto muitos concorrentes ainda verificavam se os respectivos nomes constavam ou não das listas.

Aliás, neste primeiro dia de exames, alguns candidatos atrasaram e não tinham orientação.

Teresa Fernando, que concorre ao ensino de inglês, chegou cedo ao Campus da Universidade Pedagógica de Maputo, mas o seu nome não constava da lista.

“Procurei meu nome na lista e não o achei. Vou procurar noutra sala e, caso não o ache, contactarei a Comissão de Exames de Admissão”

Ela percorreu todos os corredores dos edifícios. Do anfiteatro, onde ela presumia que faria o exame, foi orientada para uma outra sala. Era o fim do seu desespero, pois já podia submeter-se ao exame. Mas, tal como Teresa, estavam outros candidatos em situação similar.

A Comissão de Exames da Universidade Pedagógica de Maputo assegurou que, apesar dos constrangimentos registados no arranque dos exames, nenhum candidato inscrito vai falhar o processo.

“Este ano temos cerca de 14.300 candidatos, ano passado tínhamos 14.500. Está claro que houve uma redução, as vagas também diminuíram ligeiramente, temos 2.705 para o presente ano académico, está claro que o rácio ainda não é favorável e é preciso estudar muito”.

Célio Sengo, Coordenador da Comissão dos Exames de Admissão, disse que os exames de admissão decorriam, antes da pandemia, em Janeiro, mas este ano têm lugar em Março e garante que esta mudança não vai criar constrangimentos no cumprimento dos programas curriculares.

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