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Angola recusa pedido da União Europeia

Segundo o ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Chikoti, a União Europeia propôs um memorando que previa a circulação e visita dos observadores em todo o território nacional e exigia segurança, contudo o Governo angolano recusou a proposta e disse estar comprometido com esses aspectos.
A União Europeia foi uma das entidades convidadas pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE), indicadas pelo Presidente da República José Eduardo dos Santos, para observar as eleições gerais angolanas, tal como, entre outras, a União Africana, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) ou Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), avançou o Lusa.
"O convite é aberto. Mas não queremos quaisquer acordos específicos com cada uma destas organizações. Quem quiser vir, vem e quem não quiser, pode não vir, mas o certo é que o convite é aberto", disse Georges Chikoti, citado na edição de, hoje, no Jornal de Angola.
O chefe da diplomacia angolana esclareceu que nenhuma organização forçou a observação das eleições e que apenas a União Europeia, sugeriu a assinatura de um acordo. "Luanda não vai assinar qualquer memorando com a União Europeia ou outra organização internacional", reiterou Georges Chikoti.

 

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