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Anglicanos em reflexão sobre o futuro da Igreja

Uma missa dirigida pelo bispo da Diocese dos Libombos, Dom Carlos Matsinhe, marcou o arranque do sínodo diocesano, encontro realizado de três em três anos. Mensagens de amor ao próximo e reconciliação marcaram a pregação. “A mensagem que deixamos para os nossos crentes é que aprendamos do sacrifício e dos esforços daqueles que serviram essa Diocese no passado, porque somos o que somos graças ao que os outros fizeram. Ademais, a igreja não deve estar divorciada da realidade social, a igreja deve ser um agente de transformação social”, destacou o religioso.

O momento de reflexão vai culminar com a realização, no domingo, da missa de acção de graças, evento que marca o fim das celebrações dos 125 anos de existência daquela igreja em Moçambique. Prevê-se que o evento receba mais de três mil crentes, esperando-se a presença do Chefe de Estado, Filipe Nyusi. “Além de crentes nacionais, teremos convidados provenientes do estrangeiro, por exemplo vem três representantes de Inglaterra, três dos Estados Unidos, dois de Portugal e um grupo numeroso da nossa representação em Pretória. Por isso será um encontro muito especial”, disse Matsinhe.

O bispo fez ainda uma exortação aos crentes da Igreja para que cheguem atempadamente à cerimónia. “Aconselhamos que os crentes cheguem cedo para o culto e ocupem os seus lugares porque depois das 9h00, as portas serão encerradas. Porque teremos individualidades do Governo, o protocolo não permitirá a entrada de pessoas depois da chegada do Chefe de Estado”, exortou.

A Igreja Anglicana é uma das mais antigas no país. Sua porta de entrada foi a zona sul do país em 1893, tendo mais tarde se alastrado para o centro e norte. 

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