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África do Sul vai inutilizar dois milhões de vacinas Johnson & Johnson por “erro de fabrico”

A África do Sul anunciou, hoje, que vai retirar dois milhões de vacinas contra a COVID-19 da Johnson & Johnson (J&J), devido a “um problema de não conformidade” durante o seu fabrico nos Estados Unidos.

A agência sul-africana do medicamento (Sahpra) afirmou, numa declaração, que tinha “tomado a decisão de não distribuir vacinas produzidas a partir de lotes de componentes impróprios”.

As autoridades americanas anunciaram, na sexta-feira, que milhões de doses, fabricadas em Baltimore nos Estados Unidos e cuja produção teve de ser interrompida há várias semanas, terão de ser deitadas fora. Os testes tinham revelado que os componentes da vacina britânica AstraZeneca, da mesma fábrica, tinham sido erradamente misturados com a fórmula J&J.

A Ministra da Saúde da África do Sul, Mmamoloko Kubayi-Ngubane, citada pelo “Notícias ao Minuto”, disse, no sábado, que os lotes em questão eram os que estão, actualmente, armazenados num laboratório de alta tecnologia em Port Elizabeth.

A África do Sul conta com a entrega de 31 milhões da vacina de dose única J&J para imunizar a sua população de 59 milhões. O país conseguiu obter 30 milhões de doses da Pfizer, mas a vacina de duas doses requer um armazenamento a temperaturas muito baixas.

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