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Adelino Timóteo lança “Os últimos dias de Urias Simango”

O escritor moçambicano, Adelino Timóteo, lançou mais uma obra literária intitulada "Os últimos dias de Urias Simango", que foi um líder proeminente da Frelimo, onde chegou a ser vice-presidente. Simango e outras figuras consideradas reacionárias foram, em 1977, em circunstâncias pouco claras.

Adelino afirma que das suas pesquisas, maior parte delas na base de fontes da PIDE, antiga polícia portuguesa responsável pela repressão nas colónias portuguesas, concluiu que maior guerra que Simango travou dentro do seu partido foi a realização de eleições justas transparentes e livres.

Adelino Timóteo diz que ao escrever o livro em causa não pretende problematizar a figura de Urias Simango.

O lançamento do livro contou com a presença de familiares, amigos e diversas figuras residentes na cidade da Beira. Reagindo ao lançamento desta obra a família Simango recorreu apenas a um extracto das palavras de Urias Simango, retiradas numa carta redigida durante o tempo de guerra de libertação e que estão patentes no livro na página 168, na alínea b.

"A abolição de uma vez por todas do nepotismo, tribalismo, regionalismo, corrupção e chantagem que certos elementos usam para alcançar seus fins".

 

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