O País – A verdade como notícia

Celebrando O País num jornal

O jornal O País inaugura uma época de imprensa moderna cuja liberdade de expressão calcorreia as novas tecnologias, enfrentando momentos incertos e vencendo receios, ventos e tempestades.

Trata-se de um jornal que cultiva um jornalismo que foge da mera conveniência de alardear títulos capciosos e bombásticos, feitos de frases pré-fabricadas, tanto assim é que se distancia dos grupos de interesses (com exclusão, como é óbvio, da publicidade paga), como se não se deixa levar por pressões de uns e outros, em busca de exposição positiva para ganhar mercado político ou empresarial ou qualquer outro quando não seja para com a mesma exposição em sentido negativo contribuir para o derrube, por essa via, dos mesmos adversários (políticos ou concorrentes empresariais ou quaisquer outros actores sociais), num mundo cada vez mais volátil à notícia, sobretudo, quando ruim.

Deste modo, O País usa a lisura, bom senso e responsabilidade num mercado onde todos os stakeholders nesse campo são importantes para os leitores, para a cidadania e não menos para o mundo global. Quantas vezes, entre outros, os turistas e os investidores são influenciados pelas notícias para demandar um certo país, no caso, este, o do território e não o do jornal.

Ao longo dos seus dezasseis anos de adolescente que é, O País tem feito jornalismo com uma mestria que o marca como referência, fazendo jus ao seu nome, ao trazer material informativo de toda a largura territorial, do Rovuma ao Maputo e do Índico ao Zumbo, e nas diversas vertentes temáticas e cobrindo actividades de diversos segmentos e grupos sociais, o que constitui uma materialização incondicional da democracia.

Na verdade, não se pode falar de democracia em qualquer país civilizado, como o que pretendemos que Moçambique seja, sem que haja liberdade de imprensa, o que é corolário da liberdade de pensamento do jornalista na sua acção de recolha e tratamento de informação para torná-la fiável, porque testada e contraditada no terreno.

A liberdade de imprensa, em democracia plural, é o reverso do direito à informação que aos cidadãos é devido.

E nenhum direito se conquista sem esforço, pois mesmo o pão para a boca depende da labuta diária em sua busca.

Assim, também se busca a liberdade de imprensa como se de pão para a boca se tratasse.

A liberdade de imprensa, ancorada na liberdade de expressão, carrega consigo o consequente benefício social dos cidadãos, pelo correlativo direito à informação. No dia em que faltasse a liberdade de expressão e de imprensa e, desse modo, ficasse vilipendiado o direito à informação a que os cidadãos pudessem ter acesso, então teríamos de nos preparar para o funeral da democracia!

Do mesmo modo, no dia em que faltar a pluralidade de ideias e todos nós passarmos a pensar da mesma maneira, estaremos carregando a mesma cabeça e faltará, por completo, a diferença – esse património universal inalienável do Homem.

O País tem trazido a verdade, ou pelo menos, tem feito tudo o que é possível e tudo o que não é possível para apresentar, somente, a verdade aos seus leitores.

Esse tipo de conduta e forma de ser e de estar do jornal O País fez com que ganhasse, neste período dos dezasseis anos, o seu espaço na comunidade leitora nacional e internacional e, bem assim, se afirmasse como um matutino diário de referência e de destaque no mercado nacional e internacional.

Assim, O País tem demonstrado, também, que, além da informação e comunicação relativa, entre outros, ao pano de fundo, à política e à sociedade, internacional, há mais vida, nomeadamente, no desporto e cultura, já que, aliás, bem se sabe, o Homem não vive só de pão, mas também de circo.

O País é, certamente, mais do que um jornal, não só por extravasar as fronteiras nacionais, como, sobretudo, por se ter tornado um amigo diário indispensável, do qual se busca informação fiável e credível, captada em qualquer ponto do país e do mundo, por via do também mundo moderno, nomeadamente, o digital.

Este jornal configura, assim, uma marca de prestígio que merece ser acarinhada, tal como qualquer adolescente, para continuar nessa epopeia de transformação e adaptação permanentes, em benefício dos leitores, expondo Moçambique pelo mundo e trazendo o mundo a Moçambique.

Mas, nenhum sucesso teria sido alcançado sem a irreverência juvenil dos jornalistas afectos ao matutino. Só com a sua determinação e entrega ao trabalho, conseguiram-se alcançar os níveis e resultados que estamos a celebrar.

A esses jovens aguerridos, aos quais coube durante este período produzir um jornal diário, o que representou uma empresa verdadeiramente difícil, carregada de uma acrescida pressão para apresentar artigos e torná-los credíveis, para assim tomar para si um bom segmento de mercado, num espaço onde cabem todos, cada um na proporção do seu empenho, vai, por ser de justiça, um reconhecimento
sem paralelo.

Assim é, pois, porque O País é um jornal que cobre o seu espaço por mérito próprio, daí que, efusivamente, lhe celebrarmos a pujante e promissora adolescência, pela qual lhe apresentamos, aqui e agora, os nossos cumprimentos de merecidos PARABÉNS!

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