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22 mil novos casos de cancro são detectados no país

O cancro faz cada vez mais parte do quotidiano dos moçambicanos. Estima-se que uma em cada dez mulheres pode vir a desenvolver cancro da mama ao longo da vida. Trata-se de um dos cancros mais prevalentes nas mulheres de todo mundo, e em Moçambique são descobertos pelo menos 1900 novos casos por ano. E embora estar acima dos 40 anos seja um grande factor de risco, a doença tende a surgir em mulheres mais jovens.

O cancro da mama ocorre quando as células dividem-se e reproduzem-se muito rápido e de forma desordenada. A especialista explica que o facto de ter uma pessoa da família com a doença aumenta o risco do câncro surgir nas pessoas mais jovens.

O descuido com a alimentação e com a prática de actividade física também aumenta o risco de ter qualquer tipo de cancro em qualquer idade.

Em Moçambique, os cancros mais comuns no homem são Sarcoma de Kapose e da próstata. Já nas mulheres são os cancros de útero e da mama. O registo de casos de câncro só é feito nas cidades de Maputo, Beira e Nampula, e os hospitais centrais ainda ressentem-se da falta de médicos especializados.

No país, as acções de combate ao cancro são coordenadas pelo Gabinete da Primeira-Dama da República, e operacionalizadas pelo Ministério da Saúde através do Programa Nacional de Controlo do Cancro criado em 2014.

A expansão dos centros de rastreio dos cancros e a entrada em funcionamento dos serviços de radioterapia no Hospital Central de Maputo, ainda este ano, podem melhorar a capacidade de resposta aos cancros.

 

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