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21 estados-membros decidem nova configuração do Parlamento Europeu

As maiores eleições da Europa e do mundo que iniciaram no dia 23 de Maio chegam ao fim este domingo, dia em que cidadãos de 21 países, incluindo Portugal, França, Itália e Alemanha decidem o futuro da União Europeia. Para já, a previsões indicam grandes avanços dos partidos nacionalistas e pela, primeira vez, os grupos de centro-direita e centro-esquerda que têm dominado o bloco desde o início poderão perder, em grande medida, a presença parlamentar.

As sondagens indicam também um parlamento europeu muito fragmentado. Embora os partidos da extrema-direita tenham peso nestas eleições, o líder e vice-Primeiro-Ministro italiano, Matteo Salvini, conhecido pela sua política anti-imigração tem sofrido críticas severas não só dos parceiros europeus, bem como da sua própria coligação, Movimento cinco estrelas.

São 28 Estados-membros da União Europeia que têm votado em deputados que lhes possam representar no Parlamento Europeu. Cerca de 427 milhões de eleitores europeus deverão escolher 751 eurodeputados. O sistema usado pela Europa é de representação proporcional e a idade mínima para eleição é de 18 anos, menos em Malta e Áustria que é de 16 anos e Grécia 17.

Alemanha é o país com mais eurodeputados a votar que são 96, devido ao seu peso demográfico e económico e Portugal terá de escolher 21 parlamentares. Desde 1979, o número de eleitores que era de mais de 60% tem registado uma queda, sendo que em 2014, apenas 42,61% se fizeram às urnas. O Parlamento Europeu é constituído por oito frentes, sendo que actualmente a maior é de Democratas Cristãos com 216 representantes.

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