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12 escolas deixaram de leccionar no período nocturno em Maputo

A abertura de aulas no período nocturno foi uma das alternativas encontradas pelas autoridades da Educação para acolher a maioria das pessoas que não consegue vaga para estudar de dia. Porém, nos últimos anos há poucas pessoas a frequentar aulas à noite nas escolas da cidade de Maputo. Assim, as autoridades viram-se obrigadas a eliminar aulas nocturnas em mais de 10 escolas.

O acto abrange sobretudo as Escolas Primárias Completas que acolhiam alunos do Ensino Secundário. O encerramento de aulas no curso nocturno acontece devido a falta de alunos e por outro lado, visa preservar infra-estruturas das Escolas Primárias uma vez que aquelas foram concebidas para albergar crianças e não adultos como tem sido uma vez que a Escolas Secundárias se mostram com salas insuficientes.

Este processo que iniciou em 2011 já resultou no encerramento do curto nocturno nas Escolas Primárias Completas A Luta Continua; 3 de Fevereiro; Alto Maé; Maxaquene, 7 de Setembro; Matchik Tchik; FPLM incluindo na Escola Secundaria Estrela Vermelha entre outras.

O chefe de Departamento de Estudos e Planificação na Direcção de Educação e Desenvolvimento Humano da cidade de Maputo Samuel Menezes, disse que as autoridades estão a acabar com turmas do curso nocturno cujo número de alunos é menor nas Escolas Primárias e juntar os mesmos em outras turmas já nas Escolas Secundárias. O facto é que há muitas Escolas Primárias que durante a noite acolhem alunos de Escolas Secundárias.

Uma vez que a falta de alunos tende aumentar, as autoridades admitem encerrar aulas pós- laborais em mais escolas nos próximos anos, sobretudo no distrito Municipal Ka Mubukwana. Tal é o caso das Escolas Secundárias da Polana; de Lhanguene; e Escolas Primárias Completas de Zimpeto; de Magoanine; Mártires de Mbuzine; e de Unidade 10. Segundo, Menezes decorrem os trabalhos de averiguação e consolidação de dados para execução das ideias.

O chefe de Departamento de Estudos e Planificação na Direcção de Educação e Desenvolvimento Humano revelou estas informações no programa Opinião Pública exibido na STV Notícias.

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