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A Cornelder de Moçambique, gestora dos terminais de contentores e carga geral do Porto da Beira, procedeu, recentemente, à entrega de kits escolares a 300 crianças da Escola Básica Heróis Moçambicanos, naquela cidade, capital da província de Sofala, numa iniciativa que visa contribuir para a melhoria das condições de aprendizagem e promover a inclusão escolar.

A acção enquadra-se no programa de responsabilidade social da Cornelder de Moçambique, que tem como objectivo apoiar o desenvolvimento das comunidades onde a empresa opera, com especial enfoque na educação.

Os beneficiários foram identificados pela direcção da escola como sendo crianças pertencentes a famílias de baixa renda, provenientes dos bairros Praia Nova, Goto e CFM.

“A educação constitui um pilar essencial para o desenvolvimento das comunidades. Na Cornelder de Moçambique, acreditamos que apoiar as crianças e investir em melhores condições de aprendizagem é investir no futuro da cidade da Beira. Por isso, continuaremos empenhados em contribuir para o fortalecimento da educação e do desenvolvimento das crianças”, afirmou Chabelli Gonçalves, do Departamento de Marketing e Comunicação da Cornelder de Moçambique.

Por seu turno, o director pedagógico da Escola Básica Heróis Moçambicanos, Josefa Elias, enalteceu o gesto, destacando o impacto positivo da iniciativa no percurso escolar das crianças.

Na ocasião, Josefa Elias manifestou a expectativa de que acções desta natureza possam inspirar outras organizações e indivíduos a apoiar a educação em Moçambique, em geral, e na cidade da Beira, em particular.

A Escola Básica Heróis Moçambicanos integra o conjunto de instituições de ensino apoiadas pela Cornelder de Moçambique, que tem vindo a implementar diversas iniciativas de carácter social na cidade da Beira.

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Oito estudantes ficaram feridos esta terça-feira, um dos quais em estado grave, na sequência da explosão de uma granada numa escola do posto administrativo de Maluana, na Manhiça, província de Maputo, avançou a polícia.

Segundo o chefe das operações no comando distrital da Polícia da República de Moçambique da Manhiça, Deoclésio Maiela, o incidente ocorreu durante a tarde, quando um grupo de estudantes entrou em disputa, no recinto escolar, por uma granada na posse de outro aluno.

Um dos alunos terá arrancado a granada das “mãos dos colegas” e lançado contra as pessoas que se encontravam nas proximidades daquele recinto da Escola Secundária Filipe Jacinto Nyusi.

“Um deles arrancou nas mãos do outro e lançou onde havia outros alunos no recinto escolar e aquilo explodiu. E outros alunos que estavam lá no local ficaram feridos”, disse Deoclésio Maiela.

Sem avançar mais detalhes, o chefe das operações garantiu que as oito vítimas, uma das quais em estado grave, foram encaminhadas para o centro de saúde distrital, onde se encontram a receber cuidados médicos.

A Associação Nacional dos Professores quer que a idade máxima dos dirigentes seja 70 anos e sugere que a sociedade civil passe também a fazer parte da Assembleia da República.  Já as associações de Restauração, Catering e Eventos querem mais estratégias de promoção da inclusão económica.  As ideias constam das contribuições ao Diálogo Nacional Inclusivo.  

A comissão técnica continua a receber contribuições no âmbito do Diálogo Nacional Inclusivo e, esta terça-feira,  foi a vez de quatro organizações da sociedade civil. 

A Associação Nacional dos Professores foi a primeira, que além de pedir que haja aumento do orçamento direcionado ao sector da educação e mudanças curriculares, falou de mexidas em alguns órgãos de soberania. 

A ANAPRO propõe um modelo parlamentar misto, com representação direta da sociedade civil. Isto é, nós achamos que o nosso parlamento não deve só ser constituído pelos partidos políticos, deve também ter a representação da sociedade civil. Ponto número dois é a limitação da idade máxima dos altos dirigentes do Estado. A proposta é estabelecer a idade máxima como 70 anos para a ocupação de altos cargos políticos e administrativos. O terceiro ponto é a proibição de elementos da mesma família em altos cargos”, explicou Carlos Muhate, representante da ANAPRO. 

As associações Moçambicana de Catering e de Eventos falam de medidas para impulsionar o turismo e alavancar a economia. 

Entendemos que o alargamento do acesso a atividades geradoras de rendimento por parte, elas contribuem para este alargamento e a integração progressiva dos operadores informais, e estimula o empreendedorismo sustentável.Então, pretendemos aqui, neste diálogo, através de propostas que nós vamos aqui apresentar, que haja mais valorização do emprego da juventude”, disse Aurélio Mausse.

A Associação da Aliança Jovem para Escrita e Consciência também apresentou o seu contributo.  

“Propomos a criação de um conselho nacional consecutivo da juventude, com poder vinculativo nas políticas públicas. Propomos a imposição de uma cota mínima de 30% nas listas partidárias, nos órgãos de Estado e nos projetos estatais”,explicou o secretário Geral da AJEC

O presidente da COTE realçou que todos devem estar envolvidos no Diálogo Nacional Inclusivo. 

“Está a ocorrer em todas as províncias, as mesas redondas, onde membros da academia, da sociedade civil, do setor privado, das confissões religiosas, são chamados a participar em cada uma das províncias, apresentando suas contribuições, seus pontos de vista para o diálogo nacional inclusivo”, apelou Edson Macuacua. 

Edson Macuacua anunciou, na ocasião, o término das auscultação pública nas zonas rurais.

O técnico luso-moçambicano, Carlos Queiroz, é o novo seleccionador do Gana. O anúncio foi feito, esta segunda-feira, pela Federação Ganesa de Futebol, que tomou a decisão após despedir Otto Addo do comando técnico dos “Black Stars”. 

De 73 anos de idade, Carlos Queirós tem a missão de comandar o Gana a uma boa prestação no Campeonato do Mundo. Esta é a terceira experiência do luso-moçambicano numa selecção africana, após orientar a África do Sul de 2000 a 2002 e o Egipto, em 2021/22.  Além das selecções africanas, Queirós já comandou Portugal, Irão, Emirados Árabes Unidos, Colômbia e Qatar. 

Quatro comissões de trabalho da Assembleia da República auscultaram, nesta segunda-feira, em conjunto, ao ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, no âmbito da análise das Propostas de Lei sobre Crimes e Segurança Cibernética.

Trata-se das Comissões dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade (1ª Comissão); dos Assuntos Sociais, do Género, Tecnologias e Comunicação Social (3ª Comissão); da Defesa, Segurança e Ordem Pública (6ª Comissão), e a das Relações Internacionais, Cooperação e Comunidades (7ª Comissão).

Na ocasião, o ministro das Comunicações e Transformação Digital defendeu a necessidade de uma actuação coordenada entre entidades públicas, privadas e forças de defesa e segurança para garantir a eficácia da segurança cibernética no país.

Na ocasião, o ministro Muchanga explicou aos deputados que a protecção do espaço digital depende cada vez mais da cooperação institucional, da partilha de informações sobre ameaças e do reforço das capacidades nacionais de prevenção e resposta a incidentes cibernéticos.

“Apesar das diferenças, a segurança cibernética nas entidades públicas, privadas e nas forças de defesa e segurança deve funcionar de forma complementar e coordenada”, disse o ministro, acrescentando que a protecção eficaz do espaço digital exige cooperação institucional, partilha de informação sobre ameaças e desenvolvimento de capacidades nacionais de prevenção e resposta.

Para o governante, a segurança cibernética apresenta características distintas consoante o tipo de instituição. Nas entidades públicas civis e nas organizações privadas, o foco principal está na protecção de sistemas de informação, dados institucionais, serviços digitais e operações contra ataques informáticos.

Muchanga explicou que no caso das Forças de Defesa e Segurança, como Forças Armadas, polícia e outras entidades responsáveis pela segurança nacional, a segurança cibernética assume uma dimensão mais ampla e estratégica.

“Neste domínio, a protecção do espaço digital está directamente ligada à soberania do Estado, à defesa nacional e à segurança pública”, explicou, frisando que “para estas instituições, a segurança cibernética envolve, não apenas a protecção de sistemas e informação, mas também a prevenção e resposta às ameaças que possam comprometer a estabilidade do Estado ou a integridade territorial.”

O governante sublinhou que o fortalecimento da segurança cibernética em Moçambique exige uma abordagem integrada, capaz de responder aos diferentes níveis de risco e às especificidades de cada sector.

“O reforço da segurança cibernética, no sector público e privado, constitui uma necessidade estratégica na crescente digitalização das actividades económicas, sociais e governamentais”, afirmou o governante para quem “à medida que os Estados, empresas e cidadãos passam a depender cada vez mais das tecnologias digitais para a prestação de serviços, comunicação e gestão de informação, aumentando também os riscos associados a ameaças de segurança cibernética.”

De acordo com o ministro, no sector público, muitos serviços essenciais como sistemas de registo civil, finanças públicas, saúde, energia, transportes e administração electrónica dependem de infra-estruturas digitais, alertando que a vulnerabilidade desses sistemas pode colocar em risco a continuidade de serviços fundamentais para a sociedade.

O governante explicou ainda que no sector privado, empresas de telecomunicações, bancos, plataformas digitais e fornecedores de serviços tecnológicos desempenham um papel central na economia digital.

“A protecção destas infra-estruturas é indispensável para garantir a estabilidade económica e a confiança dos utilizadores”, disse.

Segundo explica, a segurança cibernética contribui para a estabilidade das actividades económicas, para a protecção dos direitos dos cidadãos e para o desenvolvimento sustentável da economia digital.

O ministro afirmou, igualmente, que o reforço da segurança cibernética no sector público e privado deve ser entendido como uma prioridade estratégica para a protecção do espaço digital, a continuidade dos serviços essenciais e a promoção de um ambiente tecnológico seguro, resiliente e confiável.

A confiança das empresas na economia nacional tem vindo a registar uma tendência de queda prolongada, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística. De acordo com o mais recente inquérito sobre Indicadores de Confiança e Clima Económico, os empresários mantêm expectativas negativas há cerca de 21 meses, prevendo menor volume de vendas e redução na criação de emprego.

O relatório resulta de entrevistas realizadas pelo INE a gestores de empresas que operam no país e aponta para um agravamento da perceção sobre o desempenho da economia, sobretudo desde finais de 2024. O estudo indica que o pessimismo tem se mantido consistente, refletindo dificuldades estruturais enfrentadas pelo sector privado.

Entre os principais factores apontados pelos gestores estão a escassez de matérias-primas, dificuldades no acesso ao crédito externo e o aumento da concorrência em vários segmentos de actividade. Estes constrangimentos têm limitado a capacidade de expansão das empresas e condicionado o investimento.

Nos primeiros três meses do ano em curso, o recuo da confiança empresarial foi particularmente influenciado pela quebra de expectativas no sector industrial, considerado um dos pilares da actividade económica. Também o sector do comércio registou um abrandamento das perspectivas, embora os serviços tenham apresentado uma ligeira melhoria no mesmo período.

Apesar da tendência negativa prolongada, o INE destaca alguns sinais pontuais de estabilização. O indicador de expectativas de emprego, por exemplo, estabilizou nos últimos três trimestres, após ter registado quedas significativas no início de 2025, sugerindo uma possível desaceleração do pessimismo no mercado laboral.

Os dados reforçam a percepção de um ambiente económico ainda desafiante para o sector privado, num contexto em que as empresas continuam a ajustar as suas expectativas face às incertezas internas e externas que afectam o desempenho da economia moçambicana.

O Conselho Municipal de Quelimane anunciou que esta é a última semana para a retirada dos vendedores de madeira do Mercado aeroporto, devendo estes transferir as suas actividades para o bairro de Icidua, numa decisão que considera irreversível.

A medida começou a ser reforçada esta segunda-feira, com a edilidade a intensificar o diálogo com os comerciantes no sentido de garantir a sua deslocação para o novo espaço previamente identificado. Segundo o porta-voz do município, Melo Henriques, todas as condições logísticas já foram criadas para acolher os vendedores.

“Não é fácil tirar um comerciante de um ponto para outro, porque há sempre queixas. Mas houve aviso prévio através de edital, que cumpriu todos os prazos legais. Neste momento, a decisão é irreversível”, afirmou.

A edilidade refere ainda que equipas multissectoriais — integrando a Polícia Municipal, serviços de actividades económicas e o sector de agricultura — estão no terreno para acompanhar o processo e garantir a sua implementação ordeira.

“Mas essa decisão é irreversível. Nesse momento criou-se uma equipa dos vendedores, uma equipe multissectorial do Conselho Municipal. Estamos a dizer a Polícia Municipal, a Vereação de Actividades Econômicas e a Direcção de Agricultura Municipal. Então vão para o local, já havia distribuição, mas sabe-se que sempre que há distribuição de uma nova zona há pessoas que querem entrar à força ou querem transpor a lista” disse Melo Henriques, porta-voz do Conselho Municipal de Quelimane.

Do lado dos comerciantes, porém, persistem preocupações quanto ao prazo e às condições da mudança. O porta-voz dos vendedores de madeira, Joaquim Sanbora, considera que o período de 72 horas inicialmente estabelecido foi insuficiente, sobretudo por coincidir com dias de menor actividade.

“O Conselho Municipal, como uma instituição, e nós também como um sector de negócio, gostaríamos que existisse um entendimento, porque nós somos uma associação. Estamos organizados e nossa actividade é mecânica. É uma actividade que precisa de força”, explicou, acrescentando que muitos deles não trabalham aos sábados e domingos, o que fez com fossem ao local esta segunda-feira.

Por isso, Sanbora lamentou a recepção que tiveram: “Todos são para sair de lá. Fica complicado”.

Apesar das resistências, o município assegura que parte dos comerciantes já se transferiu voluntariamente para o mercado de Icidua na semana passada, encontrando-se actualmente a operar no novo espaço.

A medida insere-se no esforço de reorganização urbana levado a cabo pelas autoridades municipais da Quelimane, visando melhorar as condições de funcionamento dos mercados e garantir maior ordenamento das actividades comerciais.

No Posto Administrativo de Lunga, distrito de Mossuril, província de Nampula, foi concluído o Sistema de Abastecimento de Água, construído no âmbito do Projecto Água Segura para Vilas e Zonas Rurais, em implementação nas províncias de Nampula e Zambézia.

O chefe do Posto Administrativo de Lunga, Anastácio Saúde, destacou que o sistema, implantado no bairro Quivulane, vai contribuir significativamente para a redução de doenças de origem hídrica que afectavam a população, além de disponibilidade de tempo para a realização de outras actividades.

“A população consumia água imprópria, retirada de furos artesanais. Com este sistema passamos a dispor de água potável e a resolver vários problemas. Tínhamos muitas doenças de origem hídrica, que já estão a reduzir. Havia também doenças de pele por falta de higiene, que igualmente estão a diminuir. Portanto, há muitas vantagens com este sistema.”

Por sua vez, a população saúda a implantação do Sistema de Abastecimento de Água que já começou a fornecer o “precioso líquido ” através de fontanários. 

O Sistema de Abastecimento de Água de Lunga é composto por um furo com caudal de 5 metros cúbicos por hora, funciona com base em energia solar, energia limpa, possui dois depósitos elevados com capacidade de 10 mil litros cada, totalizando 20 mil litros respectivamente, e a água é distribuída por gravidade, através de dois fontanários, onde a população se abastece.

O Projecto Água Segura é uma iniciativa do Governo de Moçambique, liderada pelo Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, implementada a nível central pela Direcção Nacional de Abastecimento de Água e Saneamento (DNAAS) e pela Águas de Moçambique, Instituto Público. 

A nível local, intervêm as Direcções Provinciais de Obras Públicas de Nampula e Zambézia. O projecto conta com financiamento do Banco Mundial.

O arranque do Moçambola 2026, principal competição do futebol nacional, deverá acontecer ainda neste mês de Abril, segundo garantias avançadas por Alberto Simango Júnior. A confirmação foi feita num momento em que persistiam incertezas quanto ao início da prova.

Após semanas marcadas por indefinições, o presidente da Liga Moçambicana de Futebol assegurou que o processo organizativo está praticamente concluído. “Tudo está bem encaminhado para que tenhamos o Moçambola 2026 ainda neste mês de Abril”, declarou, acrescentando que o sorteio do calendário competitivo e a realização da Assembleia Geral poderão ocorrer já na terceira semana do mês.

O principal entrave à concretização do campeonato continua a ser o elevado custo logístico, em particular o transporte aéreo das equipas. A Linhas Aéreas de Moçambique apresentou uma proposta que varia entre 118 e 236 milhões de meticais, um valor considerado elevado para os cofres da Liga. 

Segundo dados divulgados pela imprensa desportiva nacional, este cenário obrigou a intensas negociações entre as partes.

Simango Júnior confirmou que os encontros mais recentes foram positivos e que existe abertura para um entendimento que permita manter o modelo competitivo de todos contra todos. “As conversações estão a evoluir bem e acreditamos num desfecho que viabilize o campeonato”, referiu o dirigente.

O atraso no arranque da prova, que inicialmente estava previsto para 28 de Março e posteriormente adiado para 4 de Abril, aumentou a pressão sobre a direcção da Liga Moçambicana de Futebol. 

Ainda assim, o presidente rejeita a ideia de atraso, defendendo uma abordagem cautelosa. “Mais importante do que cumprir datas é garantir que a prova decorra sem interrupções”, sublinhou.

No plano financeiro, a organização conta com o apoio contínuo dos patrocinadores habituais, que já reafirmaram o compromisso com a competição. Apesar do contexto económico desafiante que o país atravessa, a Liga Moçambicana de Futebol mostra-se confiante na mobilização de recursos suficientes para sustentar o campeonato.

A prudência da Liga surge na sequência da crise vivida na época passada, quando o Moçambola foi interrompido a apenas três jornadas do fim devido à escassez de fundos — um episódio que abalou a credibilidade da competição. Para esta temporada, a direcção promete maior rigor na gestão, com foco na transparência e na sustentabilidade.

Com estas garantias, cresce a expectativa entre adeptos e clubes para o regresso da maior montra do futebol moçambicano, numa edição que se pretende mais estável e organizada.

O piloto moçambicano Rodrigo Almeida esteve em destaque este fim-de-semana ao alcançar dois lugares de pódio durante as corridas da Porsche Carrera Cup Asia, disputadas em Zhuhai, na China.

Depois de falhar o pódio nas primeiras duas corridas do Porsche Carrera Cup, realizadas em Shanghai, na China, no mês passado, em que mostrou determinação em fazer melhor nas provas seguintes, em Zhuhai, Rodrigo Almeida superou-se.

Com desempenhos consistentes nas Rounds 3 e 4, o piloto reforça a sua posição como um dos principais candidatos ao título, ocupando atualmente o segundo lugar da classificação geral, numa fase crucial da temporada.

Na terceira corrida, Almeida destacou a exigência da prova e a importância da concentração ao longo de todas as voltas. “Na Round 3 consegui um resultado sólido, fruto de muito trabalho, dedicação e foco ao longo de toda a corrida. Foi uma disputa intensa do início ao fim, daquelas que nos obrigam a dar tudo em cada volta”, afirmou.

Já na Round 4, o esforço traduziu-se num resultado ainda mais expressivo, com o piloto a garantir o segundo lugar no pódio. “A Round 4 trouxe ainda mais recompensa: terminei em 2º lugar, um resultado que reflete todo o esforço e evolução contínua”, sublinhou.

O piloto fez questão de destacar o papel fundamental da sua equipa e patrocinadores no percurso que tem vindo a construir. “Este caminho não seria possível sem o apoio de todos os que estão comigo, e um agradecimento especial aos meus patrocinadores por acreditarem e fazerem parte desta jornada”, acrescentou.

Com os olhos já postos na próxima etapa, Almeida prepara-se agora para competir no Japão, onde a competição prossegue no mês de Maio. Determinado, o piloto garante que o foco permanece inabalável: “Seguimos focados, determinados e com vontade de mais. A luta continua.”

Os resultados alcançados em Zhuhai reforçam não só o talento de Rodrigo Almeida, mas também a crescente presença de Moçambique no panorama do automobilismo internacional.

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