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A República Democrática do Congo enfrenta uma nova corrida contra o tempo para conter um surto de Ébola que já infectou mais de uma centena de pessoas, levando o UNICEF, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a União Europeia a intensificarem os esforços de resposta humanitária no terreno.

Como parte das medidas de emergência, o UNICEF iniciou o transporte aéreo de mais de 100 toneladas métricas de suprimentos humanitários essenciais destinados às regiões affectadas pelo surto.

A carga, transportada através da Ponte Aérea Humanitária da União Europeia, inclui equipamentos de protecção para profissionais de saúde, medicamentos, kits de higiene e diversos materiais médicos necessários para travar a propagação do vírus.

Os suprimentos partiram do centro logístico global do UNICEF, em Copenhaga, e deverão beneficiar cerca de 100 mil pessoas que vivem em comunidades vulneráveis, já affectadas por conflitos armados, deslocamentos populacionais e fraco acesso aos serviços de saúde.

O representante do UNICEF em Bunia, no leste da República Democrática do Congo, John Agbor, afirmou que a situação exige uma resposta imediata e coordenada.

“Estamos numa corrida contra o tempo para conter este surto. Estes suprimentos de emergência são cruciais para proteger os profissionais da linha da frente e apoiar as comunidades affectadas, incluindo crianças”, declarou.

Até ao dia 26 de Maio, as autoridades sanitárias congolesas haviam registado 121 casos confirmados de Ébola e 17 mortes associadas ao surto, além de mais de mil infecções suspeitas.

A rápida propagação da doença por várias províncias e zonas sanitárias do nordeste do país aumentou os receios de uma crise sanitária regional de maiores proporções.

Perante o agravamento da situação, o UNICEF anunciou a activação do seu nível máximo de resposta a emergências e a disponibilização de mais de 6,5 milhões de dólares dos seus recursos internos para apoiar as operações urgentes no terreno.

A organização trabalha em coordenação com as autoridades nacionais e parceiros humanitários para reforçar as medidas de prevenção de infecções, logística, abastecimento de água e saneamento, campanhas de sensibilização comunitária e assistência directa às famílias affectadas.

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O ministro dos Negócios Estrangeiros francês pediu este domingo uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas depois de o exército israelita ter tomado a emblemática fortaleza medieval de Beaufort e hasteado a sua bandeira.

“Solicitei uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas porque, embora reconheçamos o direito de Israel, tal como de todos os países, à legítima defesa, a defender-se contra os ataques do Hezbollah”, isso não “pode justificar a prolongação das operações militares israelitas no Líbano e a sua ocupação cada vez mais profunda do território libanês”, declarou Jean-Noël Barrot no canal BFMTV.

Para o chefe da diplomacia francesa, Israel cometeu “uma falha grave” nas relações internacionais e o tema deve ser discutido pela ONU.

“Esta incursão no território libanês não só é contrária aos compromissos de Israel, uma vez que, desde 17 de Abril, temos um cessar-fogo no Líbano, como é contrária ao direito internacional”, acrescentou.

Este domingo, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o Exército tomou a fortaleza medieval de Beaufort, no Sul do Líbano, onde intensificou as operações contra o Hezbollah pró-iraniano.

“Sob a direcção do primeiro-ministro (Benjamin) Netanyahu e sob a minha direcção”, o Exército alargou as operações no Líbano, atravessando o rio Litani e conquistando a cordilheira do Beaufort – um dos pontos estratégicos mais importantes para defender as localidades de Galileia (no Norte de Israel) e preservar a segurança dos soldados, disse o ministro no Telegram.

As forças israelitas usaram Beaufort como base durante a anterior ocupação do Sul do Líbano, que durou duas décadas e terminou em 2000.

O Banco Africano de Desenvolvimento projecta um crescimento médio real do Produto Interno Bruto de 3,9% para Moçambique em 2026-2027. Embora positivo, este crescimento está abaixo de 7%, nível considerado necessário para uma transformação económica acelerada e redução significativa da pobreza. 

O relatório do Banco Africano de Desenvolvimento sobre o  Desempenho e Perspectivas Macroeconómicas em África perpectiva é mais optimista  do que o próprio Governo, ao prever um crescimento médio real do Produto Interno Bruto de 3,9%, acima dos 2,8% inscritos no PESOE 2026. 

A projecção do BAD é baseada essencialmente pelo aumento da produção.

 “Em vários países, o crescimento foi apoiado por uma produção agrícola mais forte, reflectindo não apenas condições climáticas favoráveis, mas também a adopção gradual

de práticas agrícolas inteligentes em termos climáticos, juntamente com o aumento do investimento em infraestruturas e a confiança renovada do sector privado”.

Embora o crescimento económico mostre positivo, o relatório mostra que está muito abaixo do ritmo necessário para reduzir a pobreza. É que o BAD determina o mínimo de 7% de crescimento para atingir este objectivo.

“É necessário um crescimento médio anual sustentado de pelo menos 7% durante uma década para que África concretize a transformação estrutural, acelere a redução da pobreza e construa resiliência contra choques globais e internos”.

Dos desafios enfrentados pelas nações africanas, o documento destaca:

  • Frequentes choques climáticos;
  • Sobre-endividamento persistente;
  • Conflito regionais; e
  • Instabilidade política.

Face a estes desafios, o relatório recomenda melhorias na gestão dos recursos públicos.

“Os países africanos têm de implementar reformas complementares para melhorar a mobilização de recursos internos, nomeadamente através da digitalização dos sistemas fiscais e do alargamento da base tributária, bem como da melhoria da administração fiscal e

da redução da evasão ao fisco, o que diminuirá a dependência do financiamento da

dívida e reforçará as reservas orçamental”.

O BAD defende investimentos em infraestruturas produtivas e maior diversificação económica, ao mesmo tempo que identifica o fraco investimento em capital humano e os défices de competências como obstáculos ao crescimento.

A Agência Nacional da Qualidade Ambiental (AQUA) emitiu, desde 2025 até ao presente momento, 225 avisos de multa, avaliados em cerca de 166 milhões de meticais. Contudo, deste montante, apenas 33 milhões de meticais foram efectivamente arrecadados.

O país continua a registar diversas infrações cometidas por empresas que operam no sector dos recursos minerais, situação que resulta em prejuízos significativos para o Estado.

De 2025 até esta data, a Agência Nacional da Qualidade Ambiental (AQUA) emitiu 225 avisos de multa a empresas infractoras, num valor global de 166 milhões de meticais. No entanto, apenas cerca de 33 milhões de meticais deram entrada nos cofres do Estado.

No âmbito da fiscalização florestal, a AQUA intensificou igualmente as suas acções para travar a exploração ilegal e a pilhagem dos recursos florestais. Como resultado das multas aplicadas neste sector, foram arrecadados perto de 22 milhões de meticais no mesmo período.

Os dados foram apresentados à margem da Primeira Reunião Nacional da AQUA, realizada na província da Zambézia. O encontro terminou esta sexta-feira e foi orientado pelo ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Albino.

A polícia queniana deteve oito estudantes suspeitas de envolvimento num incêndio que matou 16 alunas num internato feminino no Quénia. As autoridades afirmam que mais investigações estão em curso.

Um incêndio destruiu o dormitório de uma escola feminina, em uma cidade no Vale do Rift, no Quénia, durante a noite de sexta-feira, causando a morte de 16 estudantes, segundo informou o Governo. 

Outras 79 estudantes ficaram feridas, embora 71 delas tenham recebido alta hospitalar. Esta sexta-feira, as autoridades quenianas prenderam oito estudantes, por suspeitas do ataque criminoso ao dormitório. 

De acordo com a Diretoria de Investigações Criminais, as descobertas preliminares identificaram os estudantes como pessoas de interesse ligadas ao planejamento e execução do incêndio.

As oito meninas estão actualmente sob custódia policial enquanto as investigações continuam. 

Incêndios são comuns em escolas quenianas, com mais de 100 registados em 2024, de acordo com dados do governo. Muitos incêndios são provocados por alunos que protestam contra a disciplina severa e as condições precárias, segundo os pesquisadores. 

O parlamento de Gana aprovou, esta sexta-feira, uma lei que proíbe o homossexualismo e apoio a actividades LGBTQ. Para quem violar, pode ser punido em penas de prisão que variam entre três a cinco anos.

O Parlamento do Gana aprovou, esta sexta-feira, o Projecto de Lei de Direitos Sexuais e Valores Familiares. Trata-se de um instrumento que impõe penas  de prisão para pessoas que pratiquem o homosexualismo. 

É para já considerada uma das leis mais rigorosas do continente africano, estabelecendo medidas anti-LGBTQ, que incluem a proibição de apoio de qualquer actividade ao grupo. 

Entre as sansoes previstas, a lei impõe penas de prisão de até três anos para indivíduos que mantenham relações sendo do mesmo sexo.

Também prevê penalidades de três a cinco anos para aqueles que promovem, patrocinam ou apoiam intencionalmente atividades LGBTQ.

A legislação agora aguarda ratificação pelo presidente do país, John Mahama, antes da sua implementação.

Entretanto, a aprovação do instrumento gera controversias, com criticas de organizações de direitos humanos e de vários órgãos internacionais, que argumentam que o projecto de lei, ameaça liberdades fundamentais e pode aumentar a discriminação contra pessoas LGBTQ.

Críticos dizem que a legislação corre o risco de minar as proteções à liberdade de expressão, associação e acesso à saúde.

Na cidade de Inhambane, as autoridades intensificaram a fiscalização aos transportadores semi-colectivos de passageiros, numa operação que visa promover maior segurança rodoviária e garantir o cumprimento das regras na actividade.

Logo nas primeiras horas da manhã, agentes reguladores de trânsito estiveram posicionados nas principais vias da cidade, com o objectivo de verificar as condições de segurança das viaturas e a legalidade da actividade de transporte.

A acção também teve como foco o combate ao agravamento ilegal de tarifas e ao encurtamento irregular de rotas, práticas que têm motivado reclamações por parte dos passageiros.

Segundo o Conselho Municipal de Inhambane, mais de 80 viaturas foram fiscalizadas no âmbito da operação, tendo sido aplicadas 15 multas por diferentes tipos de infracções, no quadro do reforço da disciplina e da regularização do sector.

Uma jovem de 26 anos de idade e sua filha de oito meses morrem atropeladas e arrastadas na Estrada Nacional Número Um (EN1), em Xai-Xai, na província de Gaza. Além de embriagado, o  indivíduo de 24 anos de idade, que conduzia a viatura envolvida no sinistro não tem carta de  condução. A Polícia garante duras  medidas contra o implicado.

A EN1 voltou a ser palco de sangue e luto na cidade de Xai-Xai, na província de Gaza.

“Foi um acidente muito violento, que é muito triste, é muito triste, porque a moça que  morreu perdeu a vida logo no local e com a criança”, relatou uma testemunha.

O acidente que  ocorreu por volta das 17 horas desta quinta-feira resultou em  amputações traumáticas às vítimas e em face disto  perderam a vida no local, a escassos metros  da EN1 e a 12 metros da sua residência.

“Não passou, em um minuto isso aconteceu, porque eu só deixei ela brincar na sua motinha, só fui lá dentro deixar uma coisa e tudo o que houve foi um barulho.  Houve desassociação de membros no seu corpo e ali, onde eu verei, tem uma parte de cérebro  ou um órgão que foi esmagado e a polícia não fez a recolha. Então, por isso, eu protegi-me aquele local ali” revelou outra testemunha.

De acordo com munícipes que testemunharam o trágico acidente,  o indivíduo na condução do automóvel envolvido no sinistro estava  embriagado, e antes do despiste da viatura que seguia no sentido Xiquelene-Baixa de Xai-Xai, com cinco passageiros à bordo, seguia em alta velocidade.

“Todos  estavam bêbados, tinha bebida no carro (…)  também estava em contra-mão, então esquivou aquele caminhão, daí saltou, entrou o carro em casa, bateu aquela  miúda ali”, relatam.

E mais, “E ele nem tinha consciência do que fez, tanto que estava preocupado em querer ir, achava que fosse uma piada, tudo o que chamavam de dizer e o motorista estava bêbado. Um carro que consegue derrubar um coqueiro, tirar de um lugar para outro, já pode  imaginar a velocidade que ele vai ter, então eu estimo acima de 140, 150, por assim dizer.” frisaram.

As autoridades policiais  recolheram os membros amputados em plásticos para a morgue do  Hospital Provincial de Xai-Xai, avançaram líderes do bairro 4 de Inhamissa, que destacaram ainda, que  um coqueiro foi deitado abaixo e assim escaparam à tragédia outras  duas crianças que se encontravam no pátio desta residência. 

 A polícia da República de Moçambique em Gaza, fala das causas do acidente. 

“A velocidade excessiva que o condutor praticava aliado ao consumo de álcool, onde colheu a mãe e filha, e posteriormente parou quando encontrou um obstáculo físico” , explicou  o porta-voz da Polícia em Gaza.

Júlio Nhamussua garantiu que o jovem de 24 anos de idade será responsabilizado por condução ilegal.

“Trata-se de um condutor ilegal que vai ter as suas responsabilizações criminais, assim como por ter cometido este acidente, porque não é uma pessoa habilitada, não teremos 3 como lhe responsabilizar de acordo com o Código de Estrada”, esclareceu.

O governador de Nampula, Eduardo Abdula, garante continuar a combater de forma cerrada a venda e consumo de drogas nesta parcela do país. 

O governante apela à população para que aconselhe os seus filhos que estão a consumir drogas a não se deixarem aproveitar por aqueles que considera de “malandros e bandidos”. 

Eduardo Salimo avisou os vendedores de drogas que, segundo ele, têm enviado mensagens ameaçadoras às equipas que trabalham no combate, que não irá dar tréguas. 

O governante assegurou também não ter medo de ser morto, ao mesmo tempo que promete acabar com esse mal e com os respectivos fomentadores. 

“Sou protegido por Deus. Não ando armado nem com coletes de balas e estou sempre livre. Nas próximas reuniões vou dar-vos os cafés onde costumo sentar, podem vir atirar para mim”, disse o governante.

Salimo sublinhou que, caso os vendedores não parem com as suas actividades ilícitas, ele vai ser um verdadeiro pesadelo ou “diabo” em pessoa. 

“Não vos irei largar até ao meu último suspiro”, anotou o governante. 

A província de Nampula tem, nos últimos anos, registado um crescente número de venda e consumo de drogas, facto que levou as autoridades a intensificarem as acções de combate através de várias iniciativas, sobretudo focadas nos jovens. 

A economia deverá registar uma recuperação gradual nos próximos dois anos, impulsionada sobretudo pela retoma do sector extractivo, pelo aumento do investimento e pela expansão do consumo privado. A previsão é do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).

De acordo com a instituição, o crescimento económico poderá atingir 2,1% em 2026 e 3,5% em 2027, segundo o relatório Perspectivas Económicas Africanas 2026, apresentado nesta quarta-feira, durante as reuniões anuais da instituição, em Brazzaville, República do Congo.

Os dados divulgados pelo BAD mostram ainda uma trajectória de recuperação moderada da actividade económica nacional, depois de anos marcados por choques climáticos, pressão inflacionária, instabilidade política e insegurança armada em Cabo Delgado. 

O relatório refere que a previsão para 2026 representa um aumento de 0,2 pontos percentuais em relação ao crescimento estimado para o ano de 2025, reflectindo uma melhoria gradual do ambiente macroeconómico.

Segundo o documento, a economia deverá beneficiar da “recuperação do sector extractivo”, do “forte consumo privado impulsionado pelo aumento dos rendimentos” e ainda do crescimento do investimento público e privado. 

O BAD considera que os grandes projectos ligados ao gás natural liquefeito e à exploração mineira continuam a representar um dos principais motores da economia moçambicana, numa altura em que o País procura consolidar a estabilidade económica e recuperar a confiança dos investidores internacionais.

A instituição financeira africana destaca que a recuperação do sector extractivo poderá contribuir para o aumento das exportações e para a dinamização de outros sectores da economia nacional, incluindo transportes, serviços, construção civil e comércio. 

Nos últimos anos, Moçambique tem apostado fortemente na exploração de recursos naturais, sobretudo gás natural, grafite e minerais pesados, considerados estratégicos para o crescimento económico de médio e longo prazo.

O Banco Africano de Desenvolvimento prevê, também, uma desaceleração da inflação para uma média de 5,7% entre 2026 e 2027. 

Segundo o relatório, esta tendência deverá resultar do “alívio das pressões temporárias do lado da oferta”, em linha com os esforços do Banco de Moçambique para manter a inflação em níveis de um só dígito. A redução da inflação poderá aliviar o custo de vida das famílias e criar melhores condições para o consumo privado e para o investimento empresarial.

No entanto, o banco alerta para o agravamento das contas públicas moçambicanas. O défice orçamental deverá atingir 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 e aumentar para 7% em 2027. De acordo com o BAD, esta pressão fiscal será provocada pelo “aumento dos pagamentos de juros e pela redução dos donativos para financiamento de projectos”.

As contas externas também deverão enfrentar desafios significativos nos próximos anos. O BAD estima que o défice da conta corrente aumente para 28,8% do PIB em 2026 e para 32,7% em 2027, impulsionado sobretudo pelo crescimento das importações relacionadas com os megaprojectos energéticos e mineiros. 

Segundo a instituição, o aumento das importações será “impulsionado pela maior produção de gás natural liquefeito e minerais”, situação que poderá exercer pressão sobre as reservas internacionais e sobre o equilíbrio externo da economia.

Entre os principais riscos para a economia moçambicana, o BAD destaca os choques climáticos, a instabilidade política, as tensões no comércio global e o conflito armado em Cabo Delgado. Ainda assim, o relatório sublinha que estes desafios “podem ser mitigados através do reforço da governação e do investimento na resiliência climática”.

O banco considera que a melhoria da governação económica, o reforço da transparência fiscal e o investimento em infra-estruturas resilientes poderão desempenhar um papel decisivo na consolidação do crescimento económico de Moçambique. A instituição tem defendido uma maior mobilização de financiamento para acelerar o desenvolvimento africano, numa altura em que vários países enfrentam dificuldades de acesso ao crédito internacional.

No plano continental, o relatório Perspectivas Económicas Africanas 2026 prevê que o crescimento económico africano abrande para 4,2% neste ano, podendo descer para 4% caso persistam as tensões geopolíticas e os conflitos no Médio Oriente. 

Ainda assim, o Banco Africano de Desenvolvimento considera que África continua a demonstrar resiliência económica, apesar das perturbações nas cadeias globais de abastecimento e das restrições financeiras internacionais.

O encontro anual do Banco Africano de Desenvolvimento decorre até esta sexta-feira, em Brazzaville, sob o lema “Mobilizar o Financiamento do Desenvolvimento de África em Grande Escala num Mundo Fragmentado”.

O evento reúne representantes dos 81 países-membros da instituição, incluindo chefes de Estado, ministros das Finanças, ministros do Planeamento e governadores de bancos centrais, numa altura em que o continente procura acelerar o crescimento económico e reforçar a capacidade de financiamento para o desenvolvimento.

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