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Ninguém pára a Associação Black Bulls no Moçambola-2021. Sem precisar acelerar, “despachou” o aflito Textáfrica de Chimoio (4-0) e manteve o pleno de vitórias na prova.

Bravos, os “touros”, quem diria (?), cimentaram cada vez mais a liderança no campeonato agora com 25 pontos.

Ejaita, o “suspeito do costume”, voltou a fazer estragos, assinando um “bis” naquela que foi a nona vitória no campeonato. Ali, em Tchumene, respira-se bom futebol.

O sonho constrói-se num mosaico entre a relva natural e a sintética, implantadas nos dois campos que compõem um complexo que se espera de referência.

Focado no título, o Ferroviário de Maputo teve em Foken o marcador em serviço para desatar o nó diante do seu “satélite” Incomáti de Xinavani que até ofereceu alguma resistência no mítico Estádio da Machava.

O possante avançado ganês facturou aos 26 e 76 minutos, garantido, desta forma, a sexta vitória dos “locomotivas” na prova, mantendo-se na segunda posição agora com 21 pontos.

Continua, e recomenda-se, uma animada perseguição aos Black Bulls, por sinal, adversário com o qual empataram a uma bola na 4ª jornada.

O Incomáti de Xinavani, na era Danito Nhamposse, somente venceu uma vez no Moçambola (diante do Ferroviário de Nampula, por 1-0). Esta, contas feitas, foi a quarta derrota dos açucareiros no campeonato nacional que encontram no 9º lugar com 11 pontos.

Num terreno tradicionalmente difícil, e onde foi consagrado campeão na época 2019, o Costa do Sol arrancou uma vitória por 3-1 diante do Ferroviário de Nacala e pulou para a 6ª posição com 13 pontos.

Telinho bisou e Jonas fez o outro tento dos “canarinhos” que colocam Antero Cambaco na berlinda.

No duelo mais importante da 9ª jornada do Moçambola-2021, União Desportiva do Songo e Ferroviário da Beira empataram sem abertura de contagem.

Com este resultado, os “locomotivas” do Chiveve continuam na 3ª posição agora com 19 pontos, enquanto os “hidroeléctricos” estão no 7º lugar com 13 pontos.

Em Hanhane, na Matola, a Associação Desportiva de Vilankulo (ADV) arrancou um empate a duas bolas com a Liga Desportiva de Maputo, resultado que coloca os visitantes na mesma posição com que entraram para esta ronda: 4ª com 15 pontos.

De mal a pior vai o centenário Desportivo Maputo. Os “alvi-negros” caíram, este domingo, aos pés do Ferroviário de Lichinga com quem perderam no campo do “Afrin” por 2-0.

Djey, aos 47 minutos, e Drogba, no minuto 70, afundaram a águia tiraram cada vez mais o sossego da águia que cai para a “linha de água” com sete pontos.

Tranquilos, e dentro do projectado para uma manutenção sem sobressaltos, os “locomotivas” de Lichinga mantêm-se na 5ª posição com 17 pontos.

Chegou, viu e venceu. Nelson Santos assumiu, quinta-feira, o comando técnico do Ferroviário de Nampula e, na estreia, venceu o Matchedje de Mocuba por um a zero. Salas, aos 66 minutos, foi o responsável pelo regresso às vitórias dos “axinenes” sete jornadas depois. Com a vitória, o Ferroviário de Nampula sai da zona de despromoção em troca com o Desportivo Maputo.

Costa do Sol VS Black Bulls 

Teste de fogo para a Associação Black Bulls (ABB) na 10.ª jornada do Moçambola-2021. Os “touros” deslocam-se ao terreno do Costa do Sol, campeão em título, num jogo em que os “canarinhos” querem claramente mandar em casa e travar, desde já, a euforia que habita em “Tchumene”.

No fervoroso Caldeirão do Chiveve, o candidato ao título Ferroviário da Beira recebe o centenário Desportivo Maputo, conjunto que está a fazer uma campanha pobre no Moçambola-2021.

O Estádio 25 de Junho será palco de um duelo interessantíssimo de seguir entre “locomotivas” com andamentos diferentes.

De um lado, teremos um Ferroviário de Nampula sufocado e pressionado a vencer para chegar a zonas confortáveis, e, do outro, conjunto de Maputo que está na linha da frente e animada perseguição a ABB.

Em Lichinga, o Ferroviário local, a fazer uma campanha tranquila, faz “sala” ao seu homónimo de Nacala, conjunto algo irregular na prova-mãe do futebol moçambicano.

A meio da tabela, a Associação Desportiva de Vilankulo faz “sala” ao Matchedeje de Mocuba, lanterna vermelha do campeonato.

Aflito, o Textáfrica de Chimoio pisca o olho a segunda vitória no Moçambola na recepção a Liga Desportiva de Maputo. Uma vitória pode ser um balão de oxigénio para uma formação que atravessa uma crise de resultados e financeira.

O Incomáti de Xinavani tem um jogo difícil em casa com a União Desportiva do Songo, candidata ao título que procura partir para exibições mais seguras.

Ejaita: “el matador”

Com o “bis” assinalado sábado na goleada imposta ao Textáfrica de Chimoio (4-0), Ejaita Ifoni reforçou o estatuto de melhor marcador do campeonato nacional de futebol agora com nove golos, média de 1.29 golos/jogo.

O avançado nigeriano, de 21 anos, facturou no primeiro minuto, na transformação de uma grande penalidade, e à passagem dos 67 minutos ao colocar o resultado em 3-0.

Ejaita começou a fazer o gosto ao pé na jornada inaugural do Moçambola-2021, precisamente a 17 de Janeiro quando os “touros” foram ao Estádio 25 de Junho vencer o Ferroviário de Nampula por 2-1. O “stricker” marcou, aos 23 minutos, o primeiro golo dos visitantes.

Na segunda jornada, voltou a estar em grande plano ao bisar na vitória caseira da Associação Black Bulls diante da Associação Desportiva de Vilankulo, por 2-0. Esteve em branco, na 3ª jornada, mas voltou a fazer balançar as redes na ronda seguinte. Na jornada 4 do campeonato nacional de futebol, Ejaita deu vantagem, aos 19 minutos, a ABB mas Jeitoso viria a desfazer a mesma com um golpe de cabeça no minuto 23.

“Onfire”, Ejaita fez um “hatrick” no duelo da 5ª jornada em que a Associação Black Bulls “despachou” a União Desportiva do Songo com vitória categórica por 4-1. Ejaita mostrou, uma vez mais, engodo a baliza contrária.

Os golos foram marcados aos 3, 40 e 51 minutos do jogo. Endiabrado, na 8ª jornada, Ejaita contribuiu com um golo na vitória dos “touros” frente a Liga Desportiva por 2-1. O nigeriano “engordou a sua conta pessoal, nesta partida, aos 70 minutos.

 

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Há praticamente um mês que o decreto presidencial autorizou a reabertura de um leque de espaços culturais. No terreno, os dois principais locais de teatro na cidade de Maputo estão em cenários diferentes. O Teatro Avenida continua fechado e o Teatro Gungu já abriu as portas para o público.

O Governo relaxou as medidas de pandemia e legalmente pode-se exibir e assistir a uma peça teatral.

Sobre o assunto, a Directora do Teatro Avenida, Manuela Soeiro, sublinhou que, antes, havia necessidade de conversar seriamente com os fazedores de teatro, dado que a lei, em si, não basta.

Segundo Manuela Soeiro, o Teatro Avenida está no ponto zero. “Desde Março do ano passado, quando foram encerrados os locais públicos, de lazer, teatros, nunca mais tivemos qualquer contacto (com o Governo). Ou tínhamos contacto para nos dizer o que devíamos fazer. Nós fechamos as portas. Não tínhamos qualquer tipo de contacto”, desabafou, Manuela Soeiro.

De acordo com Soeiro, muitas vezes, o Governo e outros intervenientes esquecem-se de que os actores que põem o teatro nos palcos são profissionais e, como tal, precisam de atenção.

“Nós somos pessoas. Antes de reabertura penso que o Governo devia conversar seriamente connosco”, repisou, Soeiro.

Para a encenadora, a casa de teatro não é um lugar qualquer, senão de dignidade, então é necessário que sejam observadas todas as medidas para que o público não sofra as consequências da reabertura.

No Teatro Gungu, o ambiente é diferente. Juju Rombe diz que o abrandamento das medidas no campo da cultura foi uma medida acertada.

“É disto que a gente precisa. Nós precisamos de voltar aos palcos para sobreviver. Sem espectáculo, o artista morre. Somos muitos que dependemos do teatro, várias famílias tinham parado e com muitas dificuldades. Então, voltar aos palcos é muito bom”, avançou Rombe.

No “novo normal”, o teatro Gungu exibe, desde essa semana, a primeira peça de teatro, que se chama “Lar Amargo Lar” e conta com a interpretação de sete actores.

É oficial. Os atletas e técnicos da selecção nacional de futebol de praia, que ocupou o segundo lugar no Africano e qualificou-se ao Mundial da Rússia, em Agosto, irão receber o prémio de cem mil meticais pelo feito alcançado em Dakar.

O anúncio foi feito sexta-feira pela Federação Moçambicana de Futebol (FMF) em comunicado enviado ao “O País”, no qual refere que a premiação é “conforme a tabela de premiação estipulada pela Direcção Executiva antes do início da competição”.

Moçambique sagrou-se, a 29 de Maio, vice-campeão africano de futebol de praia depois de ter perdido na final com o Senegal, por 4-1.

Feitas as contas, a selecção nacional somou quatro vitórias em cinco jogos nesta competição.

A selecção nacional estreou-se na 4ª edição do Campeonato Africano a 23 de Maio, na Arena de Dakar, tendo vencido o Egipto por 7-5, em jogo inserido na 1ª jornada do grupo “B” da competição continental.

Os golos da selecção nacional foram marcados por Nelson, que assinou um poker, Rachide (bisou na partida) e  Fadil.

Na segunda jornada, Moçambique não teve dificuldades para ultrapassar a sua similar das Seychelles vencendo por 7-3.

Uma vez mais, Nelson esteve em evidência no combinado nacional ao assinalar um “hatrick”. Os outros tentos foram anotados por Yuran (bis) e Fadil, enquanto Terrence, Tommy e Lourdy marcaram para as Seychelles.

Já na última jornada da fase de grupos, a selecção nacional de futebol de praia derrotou a similar de Marrocos, por 2-1. Os golos de Moçambique foram da autoria de Nelson e Rachide.

Na fase do “mata mata”, ou melhor, meias-finais, Moçambique derrotou categoricamente o Uganda por 6-3. Somente nos dois primeiros períodos é que os ugandeses deram réplica, mas não tiveram argumentos suficientes para travar um conjunto embalado.

Gigante, Moçambique simplesmente manietou o seu adversário e terminou o jogo com uma vantagem de 6-3, num duelo no qual Rachide e Nelson, os suspeitos do costume, brilharam.

No capítulo individual, Moçambique viu o defesa Nelson, de 25 anos, ser considerado o melhor jogador do Campeonato Africano de futebol de praia. Nelson arrancou excelentes exibições na prova, terminando como melhor marcador com dez golos.

 

 

 

 

Costa do Sol venceu, sábado, o Ferroviário de Maputo por 94-77 num dos jogos que marcaram a retoma do basquetebol na capital do país cerca de um ano depois. Os “’canarinhos” saíram-se vencedores na dupla jornada, tendo aplicado “chapa 100” ao Aeroporto na sexta-feira: 130-53.

Boa pontuação. Boas indicações para o futuro. É, aliás, o mínimo que se exigia, exige e exigirá ao campeão e vice-campeão nacional, mormente o facto de concentrarem nos respectivos plantéis algumas das “estrelas” da modalidade da bola ao cesto.

Dois factores atractivos para que este duelo estivesse no centro das atenções. Primeiro, as contratações “galácticas” que não só elevam a fasquia no Costa do Sol como também deixam a equipa com muito mais opções.

Segundo, e mesmo depois de ficar “órfão” de muitas “estrelas”, a briosa campanha dos campeões nacionais na promissora Liga Africana de Basquetebol (BAL).

Desfalcado dos internacionais Hugo Martins e o combativo Custódio Muchate, Milagre “Mila” Macome viu-se limitado, sobretudo, na posição cinco. Muchate é, como se sabe, aquele jogador estoico e ressaltador que se impõe nas tabelas.

Em sentido contrário, o Costa do Sol não se podia queixar de opções para fazer maior rotação da equipa: David “Mano” Canivete, Ivan Machava, Octávio “Maguila” Magoliço, Nilton Seifane, Francisco Braga, Klaus Bunguele, Daniel Maveure, Asmilton Ribeiro, Egídio Zandamela, Titos Benjamim e Danilo Cumbe.

Mais agressivos defensivamente é como se apresentou o Costa do Sol. Fez pressão alta, criou crise de raciocino ao adversário nas saídas sobre pressão. Os “canarinhos” condicionaram, em alguns momentos, o campeão nacional nos ataques de posição.

De resto, a “zona pressing” obrigou o Ferroviário de Maputo a cometer alguns “turnovers” sempre que sujeito a esta condição.

Clarividentes no ataque, com destaque para David Canivete que criou muitos desequilíbrios, os “canarinhos” controlaram o primeiro quarto com um parcial de 27-16.

Reagiu, e muitíssimo bem, o Ferroviário de Maputo com alma de campeão e um jogo exterior certeiro, onde se destacou Manuel “Mango” Uamusse.

Com maior rotação da equipa, domínio no jogo interior e pressão a campo inteiro, o Costa do Sol saiu ao intervalo a vencer por 47-36.

Mais ajustados defensivamente, os “locomotivas” fizeram um terceiro quarto de bom nível reduzindo, de resto, a diferença para seis pontos: 47-41.

Os “locomotivas” fizeram um parcial de 5-0, com tiro exterior de Manuel “Mango” Uamusse e curto de Yuran Biosse.

Miguel Guambe, pressionado, solicitou um desconto de tempo para fazer os ajustes na sua equipa. Com as mãos quentes, Ivan Machava arrancou um tiro que galvanizou os vice-campeões nacionais.

Na tabela, o Costa do Sol dominava e explorava o jogo interior para disparar no marcador para 12 pontos ao cabo do terceiro quarto: 69-57.

Espectáculo valorizado, mas podia ter sido ainda melhor com uma arbitragem mais equilibrada dos internacionais António Englesse e Edmilson Lopes. Foi numa das contestações de Milagre “Mila” Macome que o “coach” dos “locomotivas” “apanhou” uma falta técnica.

Se no terceiro quarto o Ferroviário de Maputo apresentou-se com mais clarividência ofensiva, no quarto esteve ainda melhor.

Ataques mais prolongados, circulação de bola e aposta no jogo exterior foram determinantes para que a equipa verde-e-branca continuasse a acreditar na recuperação no marcador, chegando mesmo a reduzir para quatro pontos: 71-67.

Os “canarinhos” resolveram com contra ataques, jogo exterior e interior e venceram por 17 pontos: 94-77.

Costa do Sol vencedor na dupla jornada 

Dois jogos, igual número de vitórias na dupla jornada do fim-de-semana no Torneio Nutrição. Este é o saldo do Costa do Sol que, na sexta-feira, aplicara “chapa 100” ao Aeroporto: 130-53. Os “canarinhos” lideraram em todos os quartos desta partida.

Ainda em seniores masculinos, a A Politécnica saiu-se vencedora na dupla jornada do Torneio Nutrição, tendo batido o Atlético (80-40) e Matolinhas (91-43).

Já a Universidade Pedagógica venceu o Aeroporto (70-52), enquanto o Maxaquene bateu o Atlético (58-48).

Ao nível dos seniores femininos, o Ferroviário de Maputo “arrasou” a reformulada e jovem equipa do Desportivo Maputo com “chapa 100”: 121-21. Já a A Politécnica venceu o Maxaquene por 15 pontos: 58-43.

No sábado, o Desportivo Maputo voltou a sofrer uma pesada derrota, desta feita diante do Costa do Sol 17-103.

 

Moçambique registou uma descida geral de preços de Abril a Maio, de acordo com dados recolhidos pelo Instituto Nacional de Estatísticas. Beira foi a cidade cujos preços mais desceram no quinto mês do ano.

Os dados são relativos aos três maiores centros urbanos de Moçambique, nomeadamente, Maputo, Beira e Nampula. A descida geral de preços foi influenciada principalmente pela divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas que, contribuiu, no total da variação mensal, com de 0,34 pontos percentuais (pp) negativos.

Quanto à variação mensal por produto, importa destacar a queda dos preços do tomate (10,3%), do coco (10,9%), do peixe fresco (1,6%), da couve (7,7%), do repolho (10,4%), da alface (6,2%) e de motorizadas (2,3%). Estes contribuíram, no total da variação mensal, com cerca de 0,51pp negativos.

Aliás, a descida poderia ter sido bem maior, se produtos como as refeições completas em restaurantes (1,3%), o pão de trigo (2,3%), a cebola (3,4%), o peixe seco (1,0%), a farinha de mandioca (13,3%), o arroz em grão (0,6%) e a galinha viva (0,8%), não tivessem contrariado a tendência de queda, ao contribuírem com cerca de 0,25pp positivos.

Este é o segundo mês consecutivo cujo nível geral de preços cai em Moçambique, sendo que, no mês passado, o país registou uma deflação de 0,03 por cento, antes disso, porém, não ultrapassou os dois por cento, sendo que em Janeiro, a inflação foi de 1.18 por cento, Fevereiro, 1.34, a mais alta do ano e em Março caiu para 0.86 pontos percentuais.

Em termos cumulativos, de Janeiro a Maio do ano em curso, o País registou um aumento de preços na ordem de 3,07%. As divisões de alimentação e bebidas não alcoólicas, com 1,78 pontos percentuais e de habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis com 0,37 foram as de maior destaque na tendência geral de subida de preços.

 

A África do Sul anunciou, hoje, que vai retirar dois milhões de vacinas contra a COVID-19 da Johnson & Johnson (J&J), devido a “um problema de não conformidade” durante o seu fabrico nos Estados Unidos.

A agência sul-africana do medicamento (Sahpra) afirmou, numa declaração, que tinha “tomado a decisão de não distribuir vacinas produzidas a partir de lotes de componentes impróprios”.

As autoridades americanas anunciaram, na sexta-feira, que milhões de doses, fabricadas em Baltimore nos Estados Unidos e cuja produção teve de ser interrompida há várias semanas, terão de ser deitadas fora. Os testes tinham revelado que os componentes da vacina britânica AstraZeneca, da mesma fábrica, tinham sido erradamente misturados com a fórmula J&J.

A Ministra da Saúde da África do Sul, Mmamoloko Kubayi-Ngubane, citada pelo “Notícias ao Minuto”, disse, no sábado, que os lotes em questão eram os que estão, actualmente, armazenados num laboratório de alta tecnologia em Port Elizabeth.

A África do Sul conta com a entrega de 31 milhões da vacina de dose única J&J para imunizar a sua população de 59 milhões. O país conseguiu obter 30 milhões de doses da Pfizer, mas a vacina de duas doses requer um armazenamento a temperaturas muito baixas.

O Brasil ultrapassou nas últimas 24 horas os 17,3 milhões de casos de COVID-19 (17.374.818), depois de ter somado 78.700 infecções nas últimas 24 horas, de acordo com os dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Desde sexta-feira, o país registou mais 2.037 mortes associadas ao novo Coronavírus, elevando o número total de vítimas mortais no Brasil, desde o início da pandemia, para 486.272.

Entretanto, de acordo com o “Notícias ao Minuto” os indicadores mostram, ainda assim, uma ligeira melhoria face aos últimos dias.

Neste momento, a taxa de letalidade no país mantém-se em 2,8%, e a incidência está nos 8.267 casos por 100 mil habitantes.

O Parlamento Infantil, na capital do país, entende que a situação da criança ainda é deplorável e acrescenta que, em algumas províncias, há petizes tratados como escravos pelas próprias famílias ou pessoas encarregues de cuidar deles.

Hoje, 12 de Junho, Dia Mundial contra Trabalho Infantil, os parlamentares de palmo e meio voltaram a denunciar que a situação da criança no país continua dramática.

Para ultrapassar estes problemas, o Parlamento Infantil reconhece haver desafios, por isso diz não estar parado.

Este sábado, o Parlamento Infantil reuniu-se no Ministério do Género, Criança e Acção Social, em Maputo, para eleger o novo corpo directivo.

Foram eleitos ontem cinco membros não permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, entre os quais dois são africanos. Assim, Gabão e Gana estarão presentes neste organismo nos próximos dois anos.

Ao fim de dois anos de mandato, cinco países são eleitos como membros não permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Com efeito, esta sexta-feira, Gabão, Gana, Brasil, Albânia e Emirados Árabes Unidos foram eleitos para o conjunto de 10 da mesma categoria.

Os cinco membros eleitos do Conselho de Segurança das Nações Unidas juntam-se à missão de compartilhar esforços na busca de soluções para por fim, por exemplo, aos ataques protagonizados por grupos extremistas, aos conflitos político-militares existentes em alguns países como Mali e Síria.

Assim, os cinco eleitos vão substituir Estónia, Níger, São Vicente e Granadinas, Tunísia e Vietname, cujos mandatos terminaram no ano passado. No processo de votação desta sesta-feira, Gana obteve 185 votos, o Gabão 183, e Brasil, os Emirados Árabes Unidos e Albânia tiveram 181, 179 e 175 votos, respetivamente.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas é composto por 15 membros, dos quais cinco são permanentes e detêm do poder de veto, nomeadamente os Estados Unidos da América, Rússia, China, Reino Unido e França.

Lembre-se que Moçambique também está na corrida a membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sendo que a eleição está prevista para o próximo ano.

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