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A conferência inaugural do ciclo de actividades comemorativas do centenário de nascimento de José Craveirinha está marcada para dia 25 deste mês, no Campus da UEM, na Cidade de Maputo.

 

Às 14 horas de quarta-feira, a Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) irá realizar a conferência inaugural do ciclo de actividades comemorativas do centenário de nascimento de José Craveirinha. O evento aberto ao público está agendado para o Anfiteatro 2501, no Complexo Pedagógico do Campus Principal da UEM, na Cidade de Maputo, e terá como orador o professor de Literatura Gilberto Matusse.

Intitulada José Craveirinha: o poeta e a nação, a conferência também poderá ser acompanhada através do Zoom Meeting criado para o efeito pela organização.

Ao longo de aproximadamente três horas, o programa da conferência inaugural do ciclo de actividades comemorativas do centenário de nascimento de José Craveirinha prevê leitura de poemas, intervenção do Director da Faculdades de Letras e Ciências Sociais, Samuel Quive, e do Reitor da UEM, Manuel Guilherme Júnior.

Além da conferência José Craveirinha: o poeta e a nação, por Gilberto Matusse, no Dia de África, 25 de Maio, igualmente, o professor de Literatura Elídio Nhamona irá apresentar o ciclo de actividades comemorativas do centenário de nascimento de José Craveirinha, a realizar-se até 23 de Fevereiro de 2023. Entre as actividades em causa estão previstas oficinas, saraus, exibição de filmes, palestras nas escolas secundárias, festival de poesia cantada, conferência científica e publicações.

Ainda este mês, Gilberto Matusse debruçou-se sobre o tema José Craveirinha, o mestre da ironia, na Fundação Fernando Leite Couto, na Cidade de Maputo. Além de artigos sobre o primeiro Prémio Camões africano, em 1991, o académico tem um livro também dedicado à escrita do poeta da Mafalala, intitulado A construção da imagem de moçambicanidade em José Craveirinha, Mia Couto e Ungulani ba ka Khosa.

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O grande vencedor da edição 2022 do Prémio de Literatura José Craveirinha será anunciado numa cerimónia a realizar-se no Salão Nobre do Conselho Municipal de Maputo, às 16 horas desta segunda-feira.

 

No ano do centenário de nascimento de um dos poetas mais importantes em língua portuguesa, há Prémio de Literatura José Craveirinha. À semelhança da última edição, a cerimónia de divulgação e entrega do galardão irá acontecer na Cidade de Maputo. No entanto, o local altera. Desta vez, o público está convidado a juntar-se no Salão Nobre do Conselho Municipal de Maputo, neste dia 23 de Maio, a partir das 16 horas.

Organizado pela Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), em parceria com a Hidroeléctrica da Cahora Bassa (HCB), o maior galardão literário nacional premeia a carreira e o percurso de um autor moçambicano, como forma de reconhecer a importância da sua obra em prol da arte e da cultura moçambicanas.

A cerimónia de divulgação do prémio literário, esta segunda-feira, será aberta pelo Presidente do Conselho Municipal de Maputo, Eneas Comiche. A seguir a essa intervenção de boas-vindas, Sheila Mahoze será convidada a partilhar uma performance musical. Ora, o programa da cerimónia prevê ainda a intervenção do Secretário-Geral da AEMO, Carlos Paradona, do PCA da Hidroeléctrica da Cahora Bassa, Boavida Muhambe, e da Ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula.

O presidente do júri da edição 2022 do Prémio de Literatura José Craveirinha é o escritor e ensaísta Luís Cezerilo, a quem caberá a leitura da acta que anuncia o grande laureado.

Ano passado, o autor premiado foi Armando Artur, porque, segundo disse o júri, na altura constituído por Teresa Manjate (Presidente), Ungulani ba ka Khosa, Adelino Timóteo, José Castiano e Manuel Tomé (em representação da HCB), o poeta propõe-se, do ponto de vista estético, a reinventar o ser por via da linguagem e por instaurar uma forma própria de escrever poesia.

Até aqui, o autor laureado Prémio de Literatura José Craveirinha leva para casa 25 mil dólares (mais ou menos um milhão e seiscentos mil meticais).

A distribuidora de gás, na Finlândia, anunciou, hoje, que a Rússia vai interromper o fornecimento de gás ao país na manhã deste sábado.

De acordo com um comunicado da Gasum, citado pelo Notícias ao Minuto, a distribuidora já estava a tomar precauções para uma possível interrupção do fornecimento do combustível.

“Fomos cuidadosos em nos prevenirmos desta situação e informámos que não haverá interrupção no fornecimento de gás para os nossos clientes”, refere a nota, acrescentando que não haverá falta de gás nos próximos meses.

A nota refere, ainda, que o combustível continuará a ser fornecido através do gasoduto Balticconnector, que fica na Letónia.

Recorde-se que, ainda hoje, citado pela agência TASS, o ministro da Defesa russo disse o Kremlin estava a preparar “contramedidas” à Finlândia e à Suécia, na sequência do seu pedido de adesão à NATO, escreve o Notícias ao Minuto.

Os cerca de 1.600 moçambicanos que trabalham nas minas da África do Sul, que não recebiam os seus salários, entre 2010 e 2017, já estão a recebê-los, segundo a garantia da Teba, que avança que o Governo já disponibilizou um dos cinco milhões de rands.

José Carimo, gestor-executivo da Teba, agência recrutadora de mão-de-obra para as minas da vizinha África do Sul, fez parte dos últimos declarantes no julgamento do caso do desvio de 113 milhões de Meticais na Direcção do Trabalho Migratório, que tem, como uma das rés, a ex-ministra do Trabalho e Segurança Social, Maria Helena Taipo.

Carimo chamou, hoje, em representação da Teba em Maputo, a imprensa para esclarecer que os mineiros cujos salários não foram pagos, durante sete anos, já podem sorrir de satisfação, visto que já começaram os desembolsos dos valores em dívida, de acordo com informação revelada pela Agência de Emprego.

“O importante é esclarecer que os salários das pessoas que não receberam, nessa altura, já estão a ser pagos, neste momento. Trata-se de pouco mais de 1600 trabalhadores. O processo começou em Dezembro, e o Ministério do Trabalho e Segurança Social já adiantou um dos cerca de cinco milhões de Rands que estavam em falta”, avançou Carimo.

A agência de recrutamento clarificou igualmente que, neste momento, há um trabalho em curso para haver transparência na gestão do dinheiro dos trabalhadores moçambicanos nas minas da África do Sul.

“Como solução para que isto não volte a acontecer, a ministra do Trabalho e Segurança Social, Margarida Talapa, preparou um instrumento que vai ser brevemente assinado, que é um novo memorando que vai corrigir o circuito e optimizar o circuito actual, para evitar que situações da mesma natureza ocorram no futuro”, referiu o representante da Teba.

Até 2005, Moçambique tinha 55 mil cidadãos nacionais a trabalharem nas minas da África do Sul. Hoje, o número caiu para  18 mil e, nos próximos anos, poderá baixar ainda mais.

A África do Sul transfere, anualmente, para Moçambique, 900 milhões de Rands para o pagamento aos mineiros.

A região Sul do país, segundo a Teba, representa 98% da mão-de-obra moçambicana nas minas sul-africanas.

A Rússia deve contribuir para a reconstrução das infra-estruturas destruídas desde que invadiu a Ucrânia, considera a presidente da Comissão Europeia e esclarece que os advogados da entidade estão a trabalhar intensamente para encontrar maneiras de usar os bens congelados dos oligarcas nessa reconstrução.

Desde a invasão russa à Ucrânia, vários oligarcas russos viram os seus bens congelados em alguns países, em linha com as sanções impostas pelo Ocidente.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, sugere que esses bens sejam usados para pagar a reconstrução da Ucrânia quando a guerra terminar e sublinha que a Rússia deve ter responsabilidades nessa restauração.

“Eu acho que a Rússia devia fazer a sua contribuição”, afirmou a líder europeia e sublinhou que os advogados do órgão que dirige estão a trabalhar intensamente, para encontrar maneiras possíveis de usar os bens congelados dos oligarcas russos para a referida reconstrução.

A Comissão Europeia entende ainda que a reconstrução das infra-estruturas ucranianas deve ser pensada já, assim como as reformas que o país terá de fazer para se juntar à União Europeia.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, desafiou, hoje, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) a aprimorar os processos de gestão eleitoral, com vista à consolidação da democracia multipartidária em Moçambique. O Presidente da República falava, esta quinta-feira, na cerimónia de empossamento de Mário Augusto, a membro da CNE eleito pelo Parlamento.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, quer ver melhorados os procedimentos de gestão eleitoral como condição primária para acelerar a consolidação da democracia multipartidária no país.

O desafio recai sobre a Comissão Nacional de Eleições, órgão responsável por organizar e conduzir os sufrágios no país.

Filipe Nyusi, que falava, esta quinta-feira, na cerimónia de empossamento de Mário Ernesto Augusto, a membro do órgão máximo de gestão eleitoral, enfatizou que o Governo continuará a envidar esforços para melhoria contínua dos trabalhos da CNE dentro da realidade conjuntural do país.

A olhar para o calendário eleitoral, com as sextas eleições autárquicas agendadas para Outubro de 2023, o Estadista desafiou o novo membro a contribuir com a sua larga experiência na assessoria eleitoral em outros países africanos para o alcance da transparência nos sufrágios que, desde as últimas eleições, decorrem dentro de um novo quadro legislativo.

Mario Ernesto Augusto foi eleito, semana finda, pela Assembleia da República, para integrar a CNE e preencher a vacatura deixada pelo falecido Albino da Conceição Guilherme Diruai, também proposto pela bancada do partido Frelimo.

O adjunto-comissário da Polícia na reserva, que integra um quadro de 17 membros que tomou posse em Janeiro de 2021 para um mandato de seis anos, diz estar à altura do desafio.

“Penso que não vai ser difícil, darei a minha contribuição e também conheço bem todas as fases do calendário eleitoral”, frisou.

Ainda hoje, o Presidente da República recebeu em audiência, no seu gabinete de trabalho, uma delegação da congregação religiosa americana, Jesus Christ Of the Last Day. A delegação anunciou que a direcção da seita se prepara para construir no país uma majestosa infra-estrutura e apoiar grupos sociais em situação de vulnerabilidade, com destaque para crianças.

O ensaísta português Carlos Reis esteve numa conversa sobre o tema “História como ficção e ficção como história”, esta quarta-feira, na Fundação Fernando Leite Couto. Entre várias questões, tratou da importância da literatura e dos estudos literários.

 

Ontem à noite, o professor catedrático jubilado da Universidade de Coimbra esteve na Fundação Fernando Leite Couto, na Cidade de Maputo, para conversar sobre coisas importantes, tendo, como pretexto, o tema “História como ficção e ficção como história”. Entre várias perguntas colocadas ao ensaísta português, houve esta: “Por que continuar a estudar literatura neste mundo tão efémero?”.

Ao responder à pergunta, Reis, primeiro, esclareceu que um estudo literário não tem a pretensão de contribuir para que um autor escreva melhor. O estudo, neste contexto, é uma forma que a literatura tem de existir e de fazer experiências onde disputa espaços com outras disciplinas. “Quando a literatura desaparecer desse espaço material e, sobretudo, simbólico, então, estamos em apuros”. E lembrou: “Já começa a desaparecer no ensino secundário, em Portugal”.

Dito isso, indo directo à pergunta formulada, Carlos Reis defendeu que “quem estuda literatura deve ter noção de responsabilidade social, isto é, de que aquilo que está a fazer é orientado para uma sociedade”. Para o ensaísta português, o que não deve acontecer é pensar-se que a função da literatura é de responder a soluções imediatas. Não é sobre isso, mas sobre a importância de ensinar e de ajudar a ler textos e a desafiar à reflexão. “Quando nós perdemos isso…”. A frase não foi concluída, no entanto, o público que esteve presente na sessão ouviu Carlos Reis sustentar a tese de que a formação em literatura não é um risco, antes deve ser um gosto. “Não me vejo a ensinar e a estudar literatura sem eu gostar e sem as pessoas gostarem. Quando os meus alunos diziam que não gostam de um determinado texto, eu perguntava-lhes: E você acha que esse texto gosta de si? É preciso introduzir na noção do estudo da literatura a ideia de dificuldade. Estudar literatura é ler outras camadas que o leitor comum muitas vezes não vê. E o estudioso não tem de se gostar de todos os textos”.

 

Sobre o impacto da obra de Carlos Reis em Moçambique

Um dos autores de referência no curso de Literatura Moçambicana leccionado na Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) é, seguramente, Carlos Reis. Quem se propõe a analisar textos de ficção, muitas vezes, tem nos seus estudos narrativos uma base indispensável. Por isso mesmo, à pergunta Carlos Reis tem noção do quão a sua obra é importante em Moçambique (?), tendo o caso da UEM apenas como exemplo, o intelectual português respondeu: “Nunca ninguém tem a noção da marca que deixa ou que não deixa, porque publicar um livro, ainda mais literário, de teoria ou de crítica, é como atirar uma pedra para um sítio que a gente não sabe muito bem onde irá cair”. De olhos fixos no público, Reis continuo: “Ao entrar para o Anfiteatro da UEM [para uma palestra sobre Craveirinha e Saramago, na manhã desta quarta-feira], ver que estava cheio de alunos – e de alguns colegas também –, alguns sentados nos degraus, eu fico emocionado e penso, valeu a pena, tem valido a pena. Tenho a noção de que, por vezes, acertamos no alvo”.

Ainda assim, Carlos Reis entende que os seus livros são invariavelmente efémeros. Os que não o são, pertencem aos grandes escritores, dos quais se fala mesmo passados tantos anos. “Os nossos, passam, com o desgaste daquilo que trazem consigo em termos de carga de fundamentação teórica”.

 

“História como ficção e ficção como história”

De acordo com Carlos Reis, na literatura e na filosofia cabe tudo. Enquanto não se faz um tratado de medicina escrevendo-se sobre praias de Moçambique, pode-se escrever um romance falando-se de operações cirúrgicas. A literatura e a filosofia desfrutam, segundo disse, da “suprema liberdade de não servirem para nada”. Essa inutilidade imediata, permite àquelas duas áreas do saber ter uma utilidade mediata. “Mas é preciso ler, entender e descodificar a mensagem, enquanto o tratado de medicina já passou de moda”.

Referindo-se particularmente do tema da conversa, Reis assumiu que a ficção também é uma forma de viagem. Nesse sentido, importante porque na viagem se vêem as coisas a seguir umas as outras. Tudo isso ganha corpo com a narrativa. “Não há motivo mais claramente narrativo do que a viagem”.

Durante a conversa, houve ainda oportunidade para o ensaísta revelar que prefere trabalhar de manhã, e não à noite, e a categoria narrativa que lhe interessa mais como estudioso: a focalização, para quem é muito exigente e perigosa, “mas é essa a grande perspectiva da narrativa e da arte’.

 

Craveirinha e Saramago

As semelhanças entre José Craveirinha e José Saramago não se resumem ao ano de nascimento, mas ao facto de terem enfrentado o mesmo tempo colonial, ditatorial, e por terem vivido uma relação narrativa com o mundo. “O que me apercebo na poesia de Craveirinha, por exemplo, em Karingana ua karingana, é que aqueles poemas têm potencial narrativo considerável. A própria construção do livro é pro-narrativa. A narrativa está inscrita na poesia como está inscrita no teatro”.

A sessão “História como ficção e ficção como história”, que durou uma hora, foi a primeira de seis conversas que irão acontecer ao longo deste ano. A conversa inseriu-se no programa “Estórias não habituais”, da Fundação Fernando Leite Couto em parceria com o Camões – Centro Cultural Português em Maputo.

 

Biografia de Carlos Reis

Carlos Reis é professor catedrático jubilado da Universidade de Coimbra, sendo especialista em Estudos Narrativos e em Literatura Portuguesa dos séculos XIX e XX, sobretudo no domínio dos estudos queirosianos. Autor de mais de 30 livros (último em data de publicação: Dicionário de Estudos Narrativos, 2018), ensinou em universidades da Europa, dos Estados Unidos e do Brasil.  Dirige a Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós (20 vols. publicados) e coordenou a História Crítica da Literatura Portuguesa (nove vols.). Foi director da Biblio­teca Nacional, reitor da Universidade Aberta e presidente da Associação Internacional de Lusitanistas e da European Association of Distance Teaching Universities.  É doutor honoris causa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e membro da Academia das Ciências de Lisboa e da Real Academia Española, tendo sido distinguido também com os prémios Jacinto do Prado Coelho (1996), Eduardo Lourenço (2019) e Vergílio Ferreira (2020). Actualmente, é comissário para o Centenário de José Saramago.

 

 

 

O Autódromo Internacional de Maputo, a catedral do desporto motorizado em Moçambique, acolhe, amanhã, a 3ª prova do Grande Prémio Picanto Cup e Modificados.

Durante este sábado, os aficionados dos desportos motorizados poderão experimentar a sensação de acompanhar as performances dos melhores pilotos da actualidade, quando desfilarem, ou melhor, conduzirem na pista fechada do Autódromo Internacional de Maputo.

Depois do verdadeiro espectáculo, 1º e 2º prémios, chega a vez do 3º Grande Prémio Picanto Cup, que vai contar com a participação de 34 pilotos, divididos em 17 equipas, sendo que, na competição dos Modificados, estão inscritos 12 pilotos, divididos em quatro classes.

À entrada da terceira corrida do troféu Monomarca, a equipa da Prodata dos pilotos André Almeida, Marco Abreu e Orlando Settemille, que foi a grande vencedora da última corrida, tem uma missão espinhosa e pretende defender o pódio conquistado no 2° Super GP Picanto Cup.

Em função dos resultados conseguidos pelas equipas na última corrida, o campeonato está em aberto para todos e, na terceira prova, vai vencer a equipa com a melhor estratégia em pista, e, em cada corrida, há novos candidatos aos três lugares do pódio.

Para a segurar uma boa prestação na próxima competição, referente ao 3ª GP Picanto Cup, a maior parte das equipas, com destaque para a equipa da Moztek Pro #31, que conquistou o 2° lugar na última prova está empenhada em melhorar os tempos nos treinos livres que vem realizado na pista.

A outra equipa que começou bem o campeonato, muito bem lançada rumo à conquista dos seus objectivos na presente temporada, é a equipa da Trentyre Rock #61 dos pilotos Luís e Guilherme Rocha, que conquistou o 3° lugar na última corrida e que luta para repor o carro que ficou danificado na sequência do acidente, no mês passado.

Na classificação geral, a equipa Trentyre Rock lidera o campeonato e parte como uma das candidatas a um dos três lugares do pódio. Espera-se muita competitividade ao longo da disputa das três mangas programadas.

O Papa lembrou hoje que, além da guerra na Ucrânia, há muitos outros conflitos no mundo que estão a receber pouca atenção. Francisco afirmou que “o sentimento por quem sofre não deve basear-se na geografia ou no interesse próprio”.

O Papa, que falava perante os novos embaixadores junto da Santa Sé assegurou que a Santa Sé “continua a trabalhar através de inúmeros canais para promover soluções pacíficas em situações de conflito e para aliviar o sofrimento causado por outros problemas sociais”, disse perante os novos embaixadores do Paquistão, dos Emirados Árabes Unidos, do Burundi e do Qatar, que hoje apresentaram as suas credenciais.

Segundo o Notícias ao Minuto, Francisco reiterou que “a guerra é sempre uma derrota para a humanidade”, valorizou o trabalho dos países que acolhem refugiados, independentemente das despesas e destacou que houve famílias que abrirem as suas casas a familiares, amigos e até àqueles que não conhecem”.

“Depois de sofrer os efeitos devastadores de duas guerras mundiais e ameaças nucleares durante a Guerra Fria, a maioria das pessoas acreditava que a guerra na Europa era uma memória distante”, disse o Papa.

O pontífice concluiu afirmando que “apesar dos desafios e recuos, nunca devemos perder a esperança nos esforços para construir um mundo em que a fraternidade e a compreensão mútua prevaleçam e as divergências sejam resolvidas por meios pacíficos”, escreve a fonte.

O internacional moçambicano Luís Miquissone é a primeira baixa confirmada na selecção nacional de futebol, Mambas, para os jogos com Ruanda e Benim, a 2 e 6 de Junho próximo, a contar para a primeira e segunda jornadas do Grupo L de qualificação para o Campeonato Africano das Nações, CAN-2023, na Costa do Marfim.

Miquissone lesionou-se durante o treino do Al Ahly do Egipto, semana passada, aquando da preparação do embate da segunda mão das meias-finais da Liga dos Campeões Africanos, e terá uma paragem de cerca de seis meses para a sua recuperação.

A lesão acabou por impedir o jogador de defrontar o ES Sétif da Argélia, tendo ficado de fora no empate a dois golos, que, ainda assim, garantiu a qualificação para a final da prova, uma vez que goleara os argelinos na primeira mão por 4-0.

Assim, além de afastar o jogador do duplo compromisso dos Mambas para a qualificação ao CAN-2023, diante do Ruanda e Benin, a lesão de Miquissone vai impedir o jogador de disputar a final da Liga dos Campeões Africanos, bem como o resto da liga egípcia.

E porque a recuperação do avançado de 26 anos, que lesionou-se no joelho, irá durar, no mínimo, seis meses, Luís Miquissone só poderá regressar aos relvados no fim da presente época egípcia, ou no início da próxima temporada africana.

Para já, Chiquinho Conde ainda não anunciou o substituto de Luís Miquissone para estes dois compromissos, que até se iniciam na próxima terça-feira, diante de eSwatini, no campo da Black Bulls, à porta fechada.

Recorde-se que, no grupo L de qualificação ao CAN Costa do Marfim 2023, os Mambas estão com Ruanda, Benin e Senegal, actual campeão africano.

 

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