
Um indivíduo, cuja identidade não foi possível apurar, perdeu a vida, hoje, alegadamente depois de ter sido perseguido e baleado pela Polícia da República de Moçambique – PRM -, que tenta, a todo o custo, estancar a violência nas ruas.
De acordo com testemunhas, o finado não fazia parte dos manifestantes, que pedem medidas para minimizar o alto custo de vida, mas foi confundido pelas forças de ordem e segurança.
O Hospital Central de Maputo – HCM -, o principal do país, continua a receber doentes, tendo confirmado a morte de um deles entre ontem e hoje.
Segundo o director dos Serviços de Urgência ao nível daquela unidade sanitária, Francisco Assiz, 68 pacientes continuam internados, sendo que três estão a receber cuidados intensivos.
Os manifestantes continuam a desafiar o Estado nas ruas, tendo arremessado pedras ao edifício-sede da Associação dos Combantentes de Luta de Libertação de Moçambique, na avenida de Angola.
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