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Caudal do Incomáti baixa mas situação continua crítica

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Caudal do Incomáti baixa mas situação continua crítica
Caudal do Incomáti baixa mas situação continua crítica

No distrito de Magude.

No terreno, existem ainda extensas áreas inundadas, incluindo residências, algumas das quais já abandonadas, e culturas alimentares destruídas, particularmente nas zonas ribeirinhas.

Apesar da redução do caudal do rio Incomáti, no distrito de Magude, província de Maputo, o cenário das inundações continua desolador naquele ponto do sul de Moçambique, onde este fenómeno causou a morte de quatro pessoas, nos últimos dias.

Falando, ontem, a jornalistas, o secretário permanente do distrito de Magude, Lourino Rafael, disse que, depois da queda excessiva das chuvas, nos dias 17 e 18 últimos, o caudal do rio esteve no nível de 8,9 metros, mas agora baixou para cinco.

No terreno, existem ainda extensas áreas inundadas, incluindo residências, algumas das quais já abandonadas, e culturas alimentares, particularmente nas zonas ribeirinhas. Dada a redução do caudal do rio, em Magude, o centro de acolhimento aberto na vila-sede do distrito, que abrigava 2 855 pessoas, fechou na terça-feira última, porque os seus ocupantes regressaram às suas casas.

Leia mais na edição impressa do «Jornal O País»

 

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