Patrulhamento e fiscalização do mar.
O ministro moçambicano da Defesa Nacional, Filipe Nyusi, disse que Moçambique poderá estender, até ao Quénia, as actividades de patrulhamento e fiscalização do mar que, actualmente, são partilhadas com a Tanzania e a África do Sul.
Falando à Agência de Informação de Moçambique, Nyusi disse que, “actualmente, nós partilhamos as actividades de luta contra a pirataria com a África do Sul e Tanzania, mas, um dia, teremos que estendê-las até ao Quénia, para bloquear o inimigo à longa distância, antes de constituir uma ameaça imediata interna”, disse o governante moçambicano.
Filipe Nyusi, que se reuniu com adidos militares acreditados em Moçambique, fim-de-semana passado, em Boane, província de Maputo, afirmou ser fundamental a coordenação da luta contra a pirataria e outros crimes transnacionais com outros países, porque os resultados não poderão ser satisfatórios de uma forma isolada. O ministro da Defesa Nacional realçou que “o problema da pirataria e de outros crimes transnacionais arrasta-se para além da fronteira de Moçambique. E, por isso, a estratégia que o nosso país adoptou é de partilhar a actividade de patrulhamento e fiscalização com outros países”.





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