Os jovens enfatizaram a importância da língua comum para a sua união e intervenção junto aos dirigentes máximos da CPLP.
Os jovens dirigentes associativos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), incluindo moçambicanos, cujo primeiro encontro decorreu em Portugal, pretendem ter voz activa junto aos órgãos de poder e serem ouvidos sobre as políticas da juventude.
A mensagem consta das recomendações saídas do I Encontro de Jovens Líderes da CPLP, que, durante três dias, reuniu representantes de várias associações que se mostraram preocupados com uma alegada “exclusão” das decisões em relação às políticas que decidem suas vidas.
Apesar disso, os jovens enfatizaram a importância da língua comum para a sua união e intervenção junto aos dirigentes máximos da CPLP.
“É preciso permitir que diferentes perspectivas possam ser continuadas e inverter a pirâmide das políticas que, normalmente, são definidas pelas estruturas governamentais e, depois, é que são apresentadas à juventude.
O que estamos a tentar é que os jovens apresentem os conceitos e as ideias e, depois, apoiem a comunidade política nas decisões”, disse José Ferramenta, da organização.





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