“O meu povo morre a cada dia”, lamentou Oritsejafor, ao acusar Washington de aceitar o massacre de cristãos.
O líder dos cristãos da Nigéria apelou, na terça-feira, aos Estados Unidos (EUA), a incluírem a organização islamita Boko Haram na sua lista de movimentos terroristas, entretanto, um alto responsável americano referiu-se à necessidade de se priorizar a luta contra as desigualdades sociais ainda subjacentes no país, noticiou a AFP. Os EUA inscreveram, no final de Junho, três dirigentes desta organização nigeriana na sua lista negra, mas o Boko Haram, considerado responsável pela morte de mais de um milhão de pessoas, maioritariamente cristãos, desde 2009, não foi tido em conta. Convidado a expressar-se perante o Congresso dos EUA, Ayo Oritsejafor, presidente da Associação Cristã da Nigéria, considerou que esta decisão de Washington é semelhante a que “qualificou Bin Laden de terrorista, mas não a Al-Qaeda”.
Leia mais na edição impressa do «Jornal O País»





Comentários