Como o prometido é devido, o parlamento egípcio voltou a reunir-se, ontem, mesmo que o plenário tenha sido simbólico e durado apenas cinco minutos.
O presidente Mohamed Morsi revogou a decisão de dissolver o parlamento, tomada pelo Tribunal Constitucional, dominado pelo Conselho Militar, que antes governava o país. A decisão iniciou um braço-de-ferro entre o presidente e os militares.
Entretanto, o plenário foi boicotado pelos partidos da oposição e só compareceram os deputados da Irmandade Muçulmana, maioritária no parlamento, à qual pertence também o presidente Morsi.
O presidente da Câmara, o islamita Mohammed Saad Katatni, inaugurou a sessão com um discurso no qual explicou que “o decreto do presidente não afecta a decisão do Tribunal Constitucional, mas sim a decisão da Junta Militar de dissolver a Assembleia do Povo (Câmara baixa)”.
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