Apesar de estar detido em Haia Laurent Gbagbo tem forte apoio.
Evocando a série de ataques mortíferos que assolaram o oeste do país nos últimos dez dias, o chefe do governo em visita aos Estados Unidos declarou, durante uma conferência de imprensa, que “os irredutíveis continuam a organizar-se para atacar a Costa do Marfim, principalmente a partir da Libéria”.
“São os sobreviventes do governo sanguinário, os últimos sobreviventes de Laurent Gbagbo, mas isso não pode colocar em causa a reconciliação nacional”, acrescentou, confirmando a “manutenção” de um encontro a 13 de Julho com a Frente Popular costa-marfinense, partido de Gbagbo.
Essas acções “não podem desestabilizar, mas isso perturba”, prosseguiu o primeiro-ministro, para quem “a segurança regressa globalmente ao país” e as forças da ONU e costa-marfinenses “estão em vias de manterem a segurança na fronteira oeste”. A série de ataques que visaram o oeste do país provocaram a deslocação de 12 mil pessoas, segundo a ONU.





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