A Amnistia Internacional (AI) apelou, ontem, ao Conselho de Segurança da ONU a cumprir o “seu dever” de proteger a população civil do Sudão e actuar “de imediato” para deter os ataques aéreos indiscriminados das Forças Armadas do país.
A organização de defesa dos direitos humanos criticou a “lenta capacidade de reacção” da ONU perante esta “catástrofe” e exortou a Rússia e a China a apoiarem uma resposta “mais contundente”, para evitar que a situação na região deteriore. No relatório “podemos fugir das bombas, mas não da fome: refugiados sudaneses no Sudão do Sul”, ontem divulgado, a AI também alerta para a necessidade de se garantir o acesso da ajuda humanitária à região do Kordofan do Sul e ao Estado do Nilo Azul, no sul do Sudão.





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