Aumenta pressão internacional sobre Bashar al-Assad.
Moscovo responsabiliza o governo de Bashar al-Assad e a oposição pelo massacre deste fim-de-semana na Síria, que resultou na morte de 108 pessoas. Ao contrário da comunidade internacional, a Rússia considera que as duas partes estão envolvidas no ataque.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou, por unanimidade, o massacre que atribui ao regime sírio, entretanto, negado. “Penso que faz parte do comportamento do regime de Assad cometer atrocidades e tentar, depois, responsabilizar as outras pessoas. Por isso, temos de manter os nossos olhos bem abertos, mas vai ser difícil apurar o que aconteceu tanto neste como noutros incidentes”, afirma o chefe da diplomacia britânico, William Hague.
Moscovo considera que a solução para o conflito passa pela aplicação do plano do mediador internacional da ONU e da Liga Árabe para a Síria. “É muito importante que todas as partes envolvidas joguem o mesmo jogo, ou seja, procurem implementar o plano de Annan e não mudar o regime. Temos de escolher as nossas prioridades e definir se queremos atingir os nossos objectivos políticos ou salvar vidas. É essa a questão”, refere o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov.





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