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O economista Carlos Nuno Caste-Branco diz que o mundo das relações Moçambique-China continua quase impenetrável,
as vezes assemelhando-se a uma sociedade secreta. Para Castel-Branco se toda a informação sobre estas relações fossem verdadeira, Moçambique estaria a receber mais de um bilião de dólares por ano de crédito ao Governo e por via de investimento privado chinês.
O economista e investigador, Carlos Nuno Castel-Branco duvida da veracidade de parte da informação desponível sobre as relações entre Moçambique e a China. Segundo Castel Branco, a informação é escassa contraditória e exagerada, tanto para os que defendem que a China está a apostar massivamente no país assim como para os cépticos.
Para o economista, este cenário dificulta a problematização e estudo das relações com a China e minimiza as possibilidades dos actores não governamentais poderem entender se estas são úteis ou não para o país.
Intervindo na abertura da Conferência do Institututo de Estudos Sociais e Económicos, sobre as relações China-África, Castel-Branco falou das manifestações de um e dois de Setembro onde disse que é estranho que as mesmas tenham seguido relatórios optimistas sobre a economia do país.
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