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Pavilhão do Brasil foi o único aberto
O terceiro dia, a 46ª edição da Feira Internacional de Maputo esteve fraco, tudo por conta dos tumultos havidos ontem em Maputo. Na sequência, o Instituto para a Promoção de Exportações, um dos principais organizadores do evento, sem avançar números, prevê um impacto negativo nas receitas do evento.
Geralmente a Feira Internacional de Maputo tem sido um dos eventos mais movimentados do país, milhares de pessoas a comprar e a apreciar produtos expostos por outras centenas. Contudo, esta quarta-feira, devido às manifestações violentas ocorridas na capital do país, o cenário vivido na FACIM foi totalmente diferente. Pavihões fechados e uma aparente calma caracterizaram esta que é uma das maiores mostras das potencialidades do país.
O IPEX, entidade organizadora já prevê consequências negativas nas receitas da FACIM. Segundo Laurinda Uele, Assessora de Direcçãao para Relações Internacionais do IPEX, os acontecimentos de ontem terão implicações negativas nas receitas do evento, que ainda tem quatro dias “cheios” pela frente.
Os pavilhões de Portugal, Itália, Espanha, África do Sul, Tanzania, Macau, Zâmbia, Zimbabwe, Quénia, Malawi, Botswana, Indonésia e Suazilândia encontravam-se todos encerrados.
O único movimento que se registou na feira foi dos homens responsáveis pela segurança do recinto. De expositores ou visitantes, os vestígios eram quase inexistentes.
Por outro lado, o pavilhão do Brasil, por sinal o único aberto ontem, acredita que a fraca afluência de pessoas à Feira, não terá graves implicações. De acordo com Marco Audrá, Director do pavilhão brasileiro, é possível recuperar as perdas nos próximos dias e os distúrbios ocorridos ontem não influenciarão em grande medida o volume total de negócios.
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