
A Feira Internacional de Maputo – FACIM -, que arrancou esta semana e se prevê venha a acomodar um número recorde de expositores, praticamente não abriu as portas hoje, devido a agitação social.
Apenas o pavilhão do Brasil iniciou as actvidades, mas quase ninguém o visitou. As entradas e saídas da cidade capital, onde decorre o evento, estavam cortadas e o receio se apossou das pessoas.
Segundo Laurinda Uele, assessora de direcçãao para as Relações Internacionais do IPEX, os acontecimentos desta quarta-feira terão implicações negativas nas receitas do evento, que ainda tem quatro dias “cheios” pela frente.
Participam na 46 edição da FACIM 500 os expositores nacionais e conta-se ainda com 14 países, contra os oito referentes ao ano passado.
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