A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) propõe-se a reduzir a dependência em relação aos parceiros nacionais e estrangeiros.
Salimo Abdula refere que, para o efeito, a CTA – uma organização que representa o sector privado nacional – vai accionar um meio de auto-sutentabilidade financeira, a CTA-Participações, criada há cerca de três anos pela agremiação. “A CTA tem um grande objectivo: deixarmos de ser um movimento associativo de ‘mãos estendidas’ e passarmos a ser um movimento de empresas nacionais a residir e a participar em Moçambique de uma forma activa, inovadora e criativa”, disse Abdula. “Hoje a CTA-Participações passa a ser uma associação que vai à busca de auto-sustentabilidade”, rematou.
Falando sobre as acções conduzidas pela CTA-Participações, o presidente da Mesa da Assembleia Geral da CTA avança que “já temos duas actividades: uma de rendimento imobiliário – o edifício que a CTA conseguiu na transacção da antiga propriedade na FACIM (Feira Agro-Comercial e Industrial de Moçambique) e que está a render receitas–, outra é a participação no projecto Janela Única Electrónica (mecanismo que a AT está a implementar nos portos e fronteiras moçambicanas para facilitar o desembaraço aduaneiro de mercadorias)”.





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