“O país tem vindo a orgulhar-se da experiência e do rápido progresso da expansão da sua rede, com grande enfoque para as zonas rurais, onde as comunicações têm jogado um papel relevante”.
Trata-se de um projecto que beneficiará de um investimento estimado em cerca de 62 milhões de meticais (2,3 milhões de dólares EUA), financiado através do Fundo de Serviço ao Acesso Universal.
Para beneficiar destes recursos, a mcel foi seleccionada através de um concurso público lançado pelo Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM), visando a expansão de serviços básicos de telefonia móvel para as zonas rurais e economicamente mais desfavorecidas do país.
Esta é a segunda vez que esta operadora pública é seleccionada para a prestação de serviços de acesso universal.
O contrato para a implementação deste projecto, que tem a duração de 10 anos, foi esta terça-feira, na cidade de Maputo, rubricado pelo presidente do Conselho de Administração do INCM, Isidoro da Silva, e pelo administrador delegado da mCel, Mamudo Ibraimo.
Intervindo na ocasião, Ibraimo referiu que com a implementação do primeiro contrato, ainda em curso, a rede da mCel passou a cobrir 272 dos 428 postos administrativos do país, o correspondente a 64%.
“A segunda fase do contrato, que acabámos de assinar vai consolidar a posição da mCel como a operadora móvel com maior cobertura geográfica e populacional do país, aumentando o número de postos administrativos cobertos”, frisou o administrador delegado da mCel, citado pela “AIM”.





Comentários