Joaquim Alói deixa viúva, seis filhos e 11 netos. Quem com ele conviveu defende que Joaquim Alói foi um homem forte que não aceitava perder, o que inspirou muita gente ao seu redor.
Os restos mortais de Joaquim Alói, antigo treinador do Maxaquene e do Clube de Gaza, vão a enterrar hoje, às 14h00, no cemitério de Lhanguene, depois do velório na Igreja Presbiteriana de “Khovo”, às 11h00.
Apesar do momento de consternação pelo seu desaparecimento físico, a família do antigo jogador e treinador Joaquim Alói alegra-se pelos momentos bons que ele lhes proporcionou.
Alói viveu praticamente os seus 65 anos mergulhado no mundo desportivo, onde escreveu o seu nome na memória colectiva através de uma vida cheia de glórias e vitórias. Jogou pelo Sporting de Lourenço Marques; pelo Maxaquene, onde conquistou três títulos como treinador, para além de ter levado o Clube de Gaza à conquista da Taça de Moçambique, em 1994, e à sua internacionalização.
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