
O novo presidente do Fundo de Promoção Desportiva (FPD), António Munguambe, disse que aquele órgão do Estado só disponibiliza o que pode e não o que as federações pedem, e exortou-as a serem auto-sustentáveis, buscando, com meios próprios, recursos financeiros com vista a cobrir o défice orçamental.
Esta preocupação foi manifestada esta quarta-feira pelas federações nacionais durante um encontro de concertação com o novo presidente do Conselho de Administração do Fundo de Promoção Desportiva (FPD), António Munguambe.
O encontro orientado pelo novo presidente do FPD tinha como objectivo buscar subsídios que vão orientar a instituição na definição de estratégias com vista à melhoria do relacionamento entre aquela instituição e o movimento associativo desportivo, para melhor implementação dos programas das federações.
A tónica dominante neste encontro foi a questão da redução do “bolo”, facto que dificulta a realização de várias actividades planificadas pelas federações. Além desta preocupação, foi apresentada a questão de acesso aos recintos desportivos, principalmente, para as modalidades de vólei de salão.
O facto de algumas federações não possuírem sedes próprias foi também uma das questões colocadas no encontro.
O presidente do Fundo de Promoção Desportiva, António Munguambe, ouviu as preocupações e pediu que as próprias federações sejam mais interventivas de modo a encontrem soluções para os problemas ligados ao financiamento.





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