O Presidente Armando Guebuza destacou a carreira do fotojornalista Kok Nam, 73 anos, falecido sábado último, em Maputo, afirmando que, em vida, criou um acervo de grande valor para os estudiosos e para todos aqueles que querem conhecer o percurso do povo moçambicano, como uma nação.
Numa mensagem endereçada domingo, à noite, em que expressa a mágoa pelo desaparecimento físico de Kok Nam, Guebuza vincou que, ao longo da sua brilhante carreira, e através da sua objectiva, o malogrado “fotografou Moçambique nas suas mais variadas dimensões, criando um acervo de grande valor para os estudiosos e para todos aqueles que querem conhecer o nosso percurso, como um povo, como uma nação”.
Segundo Guebuza, Kok Nam, um auto-didacta, criativo e sempre preocupado em elevar os seus níveis de desempenho, levou Moçambique ao mundo e trouxe o mundo para o imaginário dos moçambicanos e que as exposições que realizou e os prémios com que foi agraciado sublinham a qualidade das suas obras.
“Humilde, trabalhador e solidário, Kok Nam granjeou muita simpatia e respeito no seio da classe e da sociedade moçambicana. Sempre interessado em dar o seu melhor para o crescimento da comunicação social em Moçambique, partilhou o seu saber e experiência com outros profissionais, tendo contribuído para a formação da nova geração de fotojornalistas moçambicanos”, vincou o Presidente na mensagem.
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