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Trio artístico luso-alemão cria “floresta” com obras de arte

Bienal de Arte Contemporânea.

Uma “floresta” construída com obras esculpidas, pintadas e sonorizadas é a proposta de um colectivo artístico luso-alemão, que apresenta, até ao final do mês, a instalação “Um Passo Com Unha”, no Instituto Camões, em Maputo.

Há dois anos, Ídasse Tembe, pintor moçambicano, Volker Schnuttgen, escultor alemão, e Victor Gama, músico angolano, plantaram a ideia de um trabalho conjunto, tendo como ponto de partida as valências artísticas de cada um dos autores.

“O projecto começa com a escultura, que é o primeiro “Passo Com Unha”. O segundo, foi a resposta do Ídasse sobre a escultura, trabalhando uma linguagem própria, e transformando-a numa obra totalmente diferente”, disse à Agência Lusa Volker Schnuttgen.

Ao trabalho dos dois artistas juntou-se o toque musical de Victor Gama, que, “via documentação fotográfica”, compôs uma banda sonora para a instalação.

O resultado é uma “floresta” com mais de 10 peças esculpidas em madeira de chanfuta (espécie local), que foram cobertas de “cores realmente muito fortes”, e que têm sistema de som incorporado.

“À partida, foi concebido que o som seria parte integrante desta floresta. É como se estivéssemos a andar na floresta, e, a cada passo que se dá, produz-se som. O som é parte integrante e faz parte da vida das esculturas”, explica Ídasse Tembe.

“Ele (Victor Gama) disse que tentou esculpir o som. Acho que isso se percebe quando se ouve o som dentro da instalação”, acrescenta Schnuttgen.

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