De Moçambique para a terra do samba.
Monumento para Samora Machel, na África do Sul, de Forjaz, que tem o projecto apresentado na mostra“Arquitectura de Moçambique” é o título da mostra que abriu sábado, na Casa do Baile, na Baia, Brasil. São duas exposições: uma com projectos de José Forjaz, outra sobre construções tradicionais de Moçambique.
“É uma boa oportunidade para conhecer outro país que fala português por meio da arquitectura e do património cultural”, explica Álvaro Sales, gestor da Casa do Baile, para quem isso demonstra “o quão diversa a cultura pode ser”. E lembra o pouco conhecimento sobre a África no Brasil, país com relação mais directa com movimentos e propostas europeias.
“José Forjaz faz arquitectura que dialoga com o contexto e a cultura, que tem identidade própria”, observa Álvaro Sales. A mostra é retrospectiva e traz os seus principais projectos.
O arquitecto, urbanista e designer de móveis tem 75 anos, nasceu em Coimbra (Portugal). Já realizou obras em vários países africanos.
Leia mais na edição impressa do «Jornal O País»




Comentários