
Concerto marcado para quinta-feira.
Dois anos depois de um intenso trabalho artístico em eventos internacionais, concretamente na Inglaterra e Estados Unidos da América, a banda Massukos volta a experimenta um palco de Maputo. Com um concerto marcado para esta quinta-feira, às 21h00, no Chiundo África Bar, o agrupamento vai transmitir o calor adquirido ao longo das suas viagens.
Os Massukos, exímios intérpretes da música tradicional da província de Niassa, elevam a vida, o quotidiano, os usos e costumes dos povos yao, nyanja, e macua, através do canto, do som, do batuque e do ecoar de ritmos vindos de longe e que se prolongam pelas montanhas do planalto.
Depois de “Kuimba Ka Massuko” e “Bamping”, eis que a banda regressou aos estúdios para, mais uma vez mais, produzir em disco o som do povo, as novas descobertas e criações das populações.
Massukos são considerados tesouro nacional, pelo seu carácter cultural, conhecidos tanto pela sua música como pelo impressionante trabalho humanitário que fazem.
A música dos Massukos preserva o essencial dos ritmos tradicionais da província do Niassa. A primeira apresentação pública do grupo deu-se em 1994, coincidindo com o início do processo de paz em Moçambique, depois de cerca de 16 anos de guerra civil.
Os Massukos, exímios intérpretes da música tradicional da província de Niassa, elevam a vida, o quotidiano, os usos e costumes dos povos yao, nyanja, e macua, através do canto, do som, do batuque e do ecoar de ritmos vindos de longe e que se prolongam pelas montanhas do planalto.
Depois de “Kuimba Ka Massuko” e “Bamping”, eis que a banda regressou aos estúdios para, mais uma vez mais, produzir em disco o som do povo, as novas descobertas e criações das populações.
Massukos são considerados tesouro nacional, pelo seu carácter cultural, conhecidos tanto pela sua música como pelo impressionante trabalho humanitário que fazem.
A música dos Massukos preserva o essencial dos ritmos tradicionais da província do Niassa. A primeira apresentação pública do grupo deu-se em 1994, coincidindo com o início do processo de paz em Moçambique, depois de cerca de 16 anos de guerra civil.
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